3+1 campanhas/experimentos sociais que todo MUNDO deveria assistir!

Depois de chorar vendo cada um deles, quis listar 3+1 campanhas/experimentos sociais que todo MUNDO deveria assistir!
Eles dispensam apresentação e fortalecem nossa miníma esperança pro mundo!

The DNA Journey

Criola: Espelhos do Racismo

All That We Share

Quebrando Tabu e Canal ‘E aí?’

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Se você se lembrou de algo que te emocionou também, me conta nos comentários!

5+1 TED Talks que você PRECISA ver!

Se você vive no mundo da internet (ou talvez no mundo corporativo), já ouviu falar no TED, uma organização sem fins lucrativos que visa o lema “ideias que merecem ser compartilhadas”.
Começou há 26 anos como uma conferência na Califórnia, e, desde então, o TED tem crescido para apoiar ideias que mudam o mundo através de múltiplas iniciativas.

Muitas pessoas que VOCÊ conhece já passaram pelos palcos do TED Talks pelo mundo todo, e é impossível assistir a todos (vale ressaltar que você pode ver QUALQUER TED do mundo através do site deles, esse AQUI!), então preparei essa mini-listinha bem selecionada com 5+1 TED Talks que você PRECISA ver, nem que seja ao menos pra conhecer o formato e os temas e experiências interessantíssimas que alguns dos convidados trazem.

Juliana de Faria – Chega de Fiu Fiu! Cantada não é elogio.

Zak Ebrahim – Sou filho de um terrorista. Veja como escolhi a paz.

Tony Robbins – Por que fazemos o que fazemos?

Chimamanda Ngozi Adichie – Todos nós deveríamos ser feministas.

Marcos Piangers – Os melhores pais.

Guy Winch – Porque todos nós precisamos praticar primeiros socorros emocionais.

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Se vocês gostam e tem algum TED Talks pra indicar, deixa o link nos comentários!
beijos♥

Sempre rola uma música de fundo ♥

Faz tempo que eu não apareço com uma postagem coletiva do ‘Vai Um Café?’ aqui, mas esse tema (sugerido pela Mari do ‘Pequenos Retalhos’), tem TUDO a ver comigo!

Eu sou aquela que faz tudo com os fones de ouvido colados na orelha.
Sou aquela que associa momentos felizes a músicas que tocavam de fundo, sou a que toca música triste quando tá mal e que AMA ouvir um rock bem pauleira quando tá com raiva acumulada.
Eu sou aquela que fica sensível quando escuta algo que lembra a infância e chora, aquela que herdou o gosto por rock do pai, por soul da mãe, mas que amava ouvir umas besteiras na infância.
Sou a que curtia ‘emocore‘ na adolescência e que copiava os amiguinhos dizendo que AMAVA bandas alternativas, quando na verdade, gostava mesmo era das boybands e do pop-rock nacional.

Os anos passaram e eu continuei aquela que ouve de tudo, que não tem preconceito e que deixa rolar a emoção quando ouve algo que REALMENTE chega fundo no coração, sem vergonha de chorar em show, de aumentar o volume da TV, de cantar aos plenos pulmões quando dirige sozinha.
Sem vergonha de achar que a vida boa quando ouve algo novo da banda favorita ou quando pira quando aprende a cantar aquele refrão novo, ou velho, ou clássico.

O que eu ouço não me define, mas o que me define comanda o que eu ouço.
Se você quiser saber o que mais gosto de ouvir, toma aqui uma playlist que soa CLARAMENTE como eu!

(Eu tenho outras milhares de playlists no Spotify, é só me seguir por lá!)
(Deixa aqui nos comentários o que vocês AMAM ouvir e colocariam de trilha sonora da vida de vocês!)
Beijos ♥

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Precisamos falar de ‘Menino de Ouro’, um livro transformador! -contém spoilers leves-

(Fiquei um tempão tentando fazer esse post, mas é MUITO difícil falar de uma coisa que me impactou tanto!
Então, se a resenha não estiver INCRÍVEL, me perdoem e comentem aqui embaixo para conversarmos mais sobre esse livro!)

Todos os livros que leio durante o mês anterior, ganham resenha no primeiro dia do mês seguinte aqui no blog, mas ultimamente, como tenho lido mais, tenho sentido que alguns desses livros precisam ganhar ‘posts próprios‘, foi o que aconteceu em ‘O Sol Também É Uma Estrela‘, e é também o que está acontecendo agora com ‘Menino de Ouro’.

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 A sinopse do livro diz:
‘A família de Max não permitiria nenhum desvio na imagem perfeita que havia construído. Karen, a mãe, é uma advogada renomada, determinada a manter a fachada de boa mãe, esposa e profissional. Steve, o pai, é o exemplo do chefe de família presente em sua comunidade, favorito a um importante cargo público. O ponto fora da curva é Daniel, o caçula, que, para os padrões da família Walker, é “estranho”: não é carinhoso, inteligente ou perfeito como Max. Melhor aluno da escola, capitão do time de futebol, atlético, simpático, sucesso entre as garotas: Max, o primogênito, é o menino de ouro. Ninguém poderia dizer que sua vida não é perfeitamente normal. Ninguém poderia dizer que Max esconde um segredo. Ele é diferente, especial. Max é intersexual: nasceu com os dois conjuntos de cromossomos, XX e XY e, portanto, é menino e menina. Ou nenhum dos dois (…)

Comecei a ler esse livro depois de ter visto um vídeo da Mayra do ‘All About That Book’, mas não fazia IDEIA do que me esperava!
Que livro transformador!

Preciso começar falando da narrativa.
A autora, Abigail Tarttelin aborda, para cada capítulo, a narrativa de um personagem diferente, o que movimenta a trama de uma forma mais profunda (como se fosse possível) e nos permite conhecer ainda mais as condições de ambiente e personalidades que orbitam Max.
Essa forma de escrita unida aos vários desdobramentos das questões centrais, engrandecem o foco do livro e trazem luz a assuntos super importantes.

O impacto inicial vem direto do primeiro capítulo do livro. Mesmo pecando por não sinalizar o TW (‘trigger warning’ = alerta que se coloca no começo de um texto para que as pessoas saibam da existência de um conteúdo ali que pode servir de gatilho para um eventual trauma, desencadeando memórias e sensações dolorosas), a cena discorrida é visceral e funciona como o primeiro corte para abordagem de uma questão muito grave e importante:
Por que precisamos falar sobre abuso sexual, especialmente quando se tratam de conhecidos e como isso pode impactar direta e diariamente a vida de quem sofre um trauma assim?
Tudo isso ilustrado pela situação vivida por Max com Hunter, uma pessoa de sua alta confiança e que fazia parte dos poucos que sabiam de sua condição.

Num segundo plano, na continuidade do livro, temos a chegada de uma outra personagem que traz mais um momento de impacto:
Se ela existe, qual é a verdade no gênero e na sexualidade de Max? Até que ponto o gênero sexual define uma pessoa e suas relações, por dentro e por fora?
A correlação distante entre o posicionamento da mãe e do pai de Max, contrabalanceada pela Dra. Archie, traz um respiro sobre questões mais profundas ainda como a falta de informação.

É difícil não colocar cada tema em uma ‘cesta‘, mas a realidade é que está tudo muito interligado.
A anulação do auto-conhecimento de Max por conta das barreiras de seus pais sobre o assunto, as inseguranças e conquistas do protagonista, mesmo sendo elas muito comuns na adolescência, as pequenas vitórias diárias derrubadas por uma depressão consequente de um trauma tão profundo, enfim, tudo isso unido ao fato de que Max não tinha quase nenhuma informação concreta sobre como seu organismo e sua personalidade se comportariam diante da vida adulta, funciona como uma onda que traz a tona um novo olhar do leitor, cheio de empatia, não apenas sobre ele, mas sobre situações da vida real.

Não posso, nem consigo, negar minha comoção ao ler esse livro.
Apesar de achar o final rápido demais, me senti transformada ao termina-lo.
Profundamente tocada com a história, passei a reavaliar algumas das minhas opiniões, das minhas crenças sobre a humanidade.
A maior lição de ‘Menino de Ouro’ é um quote de um diálogo entre Max e Daniel (seu irmão caçula) que fala sobre EMPATIA.
Menino de Ouro

*

Se você já leu ou ficou com vontade de ler ‘Menino de Ouro’, comenta aqui embaixo!
Vamos falar sobre isso!

Beijos!♥

Dica de Série: ‘UnReal’♥

Comecei e terminei ‘UnReal’ em algumas horas.
Foi impossível parar.

A série (que já tem duas temporadas disponíveis e é exibida no Brasil pela ‘Lifetime’), traz em seu enredo os bastidores de uma reality show fictício bem ao estilo ‘The Bachelor’, o ‘Evelasting’, conta a história em o enfoque em Rachel Goldberg (Shiri Appleby), uma das produtoras executivas da atração e responsável por algumas manipulações de reações dentro do programa.
Ao seu lado, a criadora e diretora do programa, Quinn King (Constance Zimmer), também pede drama e tem sua história contada.

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Quando comecei a ver a série não esperava um enredo que prendesse tanto.
Isso, aliado a genialidade de se tratar dos bastidores de uma atração tão apelativa, só deixam a trama ainda mais cheia de acontecimentos, de dramas, de confusões que fazem a história acelerar com maestria, sem perder nenhuma deixa, nenhuma sacada, enfim, um trabalho de quebra-cabeças muito bem executado pelos criadores/diretores da série.

É impossível passar em branco ao falar das atuações.
Eu não conhecia o trabalho das protagonistas e fiquei REALMENTE impressionada!
Que mulheres maravilhosas!
Shiri Appleby é simplesmente genial como Rachel. Uma mulher contraditória, totalmente desequilibrada, mas MUITO inteligente e carismática. É uma personagem totalmente ambígua, mas que faz me fez torcer por ela a série inteira, EU NÃO SEI COMO!
Algo parecido acontece com Quinn, que é uma mulher detestável, mas forte e decidida, que tem um lado inescrupuloso, mas que tem fraquezas também.
Cheias de humanidade, as personagens me envolveram, acabei por torcer por elas, quase que pra me sentir parte de concluo, o que é maluco, mas muito real.
(Vale citar que ambas foram convidadas e dirigiram alguns episódios da série)

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Além delas, temos Freddie Stroma (lembram dele de ‘A Escolha Perfeita’?) como Adam Cromwell, Craig Bierko como o detestável Chet e Josh Kelly como Jeremy, mais alguns dos personagens da série que são MUITO bem construídos e pensados, tem personalidades fortes e são bem humanizados. São aqueles personagens que você olha e pensa: ‘conheço alguém assim na vida real‘.

É claro que a série não é perfeita, tanto que, em vários momentos questionei o quanto de tudo aquilo pode ser verdade (sério, acontecem coisas MUITO bizarras!), mas seria hipocrisia falar que, fora isso, vi outros erros no roteiro ou na sequências das cenas.
É tudo bem montadinho mesmo, bem impecável.

Gosto muito do fato da série ter duas personagens centrais femininas e que toque em alguns assuntos que são totalmente desagradáveis, desses que causam incomodo a quem assiste, mas que, ao mesmo tempo, mostra outros lados das histórias, traz outros posicionamentos (e MUITO poder as mulheres!) e que se mostra contraditória, mas muito humana.

Se eu não te convenci a assistir ‘UnReal’, deixo o trailer da primeira temporada pra você correr e começar a ver uma das séries que ganhou MUITO meu coração!

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Se você já viu ou ficou com vontade de ver a série, me conta nos comentários!

beijos♥

Representatividade: Precisamos falar sobre Shonda Rhimes ♥

Esse post tem estado no meu rascunho há um tempão, porque é sempre difícil colocar em palavras o significado de um trabalho tão incrível como o que Shonda vem fazendo na TV (e fora dela) durante os últimos anos, especialmente dentro da retratação do cenário da representatividade.

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Shonda, que no passado ficou conhecida como produtora e roteirista de longas como ‘O Diário da Princesa (1 e 2)‘ e ‘Crossroads‘ (isso mesmo, o filme da Britneyde), entrou para o mundo das séries em 2003, quando escreveu o que seria o primeiro piloto de ‘Grey’s Anatomy’, e desde então, não saiu mais do cenário das produções televisivas.
Esse poderia ser tranquilamente um post sobre como ela é uma mulher a frente do seu tempo, mas ele vai além.

Aos fãs da autora/produtora não existe novidade, Shonda escreve personagens REAIS.
Lá no inicio, nas primeiras temporadas da primeira série da autora (‘Grey’s Anatomy’), já era possível enxergar o tipo de trabalho que ela faria, trazendo traços de personalidade tão humanos em seus protagonistas.
O que realmente surpreende em Shonda, e motivo desse post, é o fato dela ter incorporado tão bem a representatividade com o passar dos anos.

Começou sutilmente com a aparição Callie (Sara Ramirez) em ‘Grey’s Anatomy’.
O mesmo aconteceu em ‘Scandal’, com o casal Cyrus (Dan Bucatinsky) e James (Jeff Perry), mais uma produção de Shonda.
Mais pra frente, em ‘How To Get Away With Murder’, os destaques foram ainda maiores. Annalise Keating (Viola Davis) começa a trama casada com um homem, mas ao desenrolar da história, se revela bissexual. Ainda temos Connor (Jack Falahee), mais um dos personagens de destaque da série, que mostra, mais a fundo, os dilemas e drama presentes em seu dia-a-dia.
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É claro que hoje, a representatividade (de tantas formas) ganhou muito mais espaço na TV, especialmente nas séries (‘Sense 8’, oi?), mas achei importante registrar o papel de Shonda nesse gatilho inicial.

A liberdade como ela escreve/produz seus personagens, de uma maneira geral, agrega levantando e colocando foco a liberdade de escolha, a aceitação sexual e a retratação das colocações que fazemos de nós mesmos no mundo.
Contar essas histórias, é um jeito de cultivar a empatia pelas pessoas como nós e, mais do que isso, pelas pessoas que são diferentes de nós, de realidades distantes.

Se você, como eu, admira o trabalho da Shonda, me conta nos comentários seu personagem favorito da autora!

beijos♥

TAG: ‘Versatile Blogger Award’ ♥

Quem me indicou pra esse prêmio foi a linda da Marcela, do ‘Devaneios da Lua’, e  nem preciso falar da honra que é aparecer com esse post por aqui!
Aliás, é sobre isso que essa iniciativa se trata: uma corrente de união para o destaque de um blogueiro para o outro! Uma troca real de quem produz conteúdo para quem consome e assim por diante!

Vamos as regrinhas do prêmio:
1- Agradecer e mencionar o blog da pessoa que lhe indicou o prêmio;
2- Selecionar 15 blogs pra também receberem o prêmio;
3- Contar pra quem te indicou 7 coisas sobre si.

Já começo então, agradecendo!
Má, muito obrigada!
Fiquei honrada (já falei VÁRIAS vezes) em ser indicada pruma ‘TAG’/prêmio tão legal e tão impactante dentro da nossa ~comunidade~ blogueirística :)
Acho fundamental que possamos nos admirar, consumir os conteúdos uns dos outros e conviver como uma grande gama de estilos de escrita e temas diferentes! ♥
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Meus 15 bloguinhos escolhidos para indicar

A Life Less Ordinary
Coloquei o blog da Cacá logo de cara, porque ele foi o responsável pela criação deste espaço que vocês leem hoje.
Inspiração total e MUITO amor pelos posts de lá!

Divergências Vitais •
A Bru foi a primeira blogueira que conheci através daqui e o blog dela é MUITO amor (além de ser muito chique!).

Eis a Questão •
Oli e eu temos opiniões e estilos MUITO parecidos. O blog dela é cheio de textos incríveis! Vale a pena conhecer!

Yellow Ever Shine •
As vezes eu arrisco falar de música aqui no blog, mas a especialista mesmo é a Lari.
Graças ao ‘Yellow’ já descobri MILHARES de músicas.

Mulher Pequena •
A Mari é mais uma blogueira que me inspira e que sempre atualiza o blog com textos e reflexões que me colocam pra pensar!

Parolar •
Tenho um carinho imenso pela Grazy e amo a forma como ela aborda todos os assuntos (especialmente os mais geeks!).

Isa Neblina •
O blog da Isa é visualmente lindo, cheio de minimalismo e com textos maravilhosos!

Digavando •
A Bibi é amor! Desde sua paixão por cartinhas (que despertou em mim também esse amor) até seus posts sobre séries, é muito close certo! (Ele tá paradinho, mas vale o clique ;))

Since 85 •
A Bea foi a responsável pela minha entrada no ‘Vai um Café?’, o primeiro grupo de blogueiros em que eu me senti, de fato, amada e parte da comunidade.
Desde o comecinho no ‘Since’ sobram textos incríveis e resenhas muito boas!

Pequenos Retalhos •
Eu adoro os posts da Mari, especialmente as resenhas de livros.
Sempre pego indicações incríveis por lá!

Nada Sensata •
O que dizer do ‘Nada Sensata‘ da Lully?
Esse blog, bem como ela, é um xodó pra mim!
Só posts lindos e muita identificação pela forma natural de escrita dela!

Caçadoras de Spoilers •
O lugar certo pra buscar resenhas e indicações de livros com as meninas e seus posts super completinhos!

Isabella Cas •
A Isa é uma fofa e o blog dela reflete isso!
Com muito texto motivacional, aqueço meu coração sempre que acesso aquele cantinho tão especial!

Nó de Oito
Um compilado de tudo o que a gente quer saber sobre cultura pop do ponto de vista mais feminista da internet! Maravilhoso!
Dica: o ‘Delirium Nerd‘ também tem um nicho de assuntos parecido, e é maravilhoso!

Thais Gualberto
Mais um blog lindo esteticamente e com um conteúdo MUITO legal. dicas e resenhas incríveis!

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Meus 7 fatos curiosos
Prefiro calor do que frio • Sou cearense (mas moro em SP desde 1 ano de idade!) • Amo sorvete! • Tenho dois irmãos mais novos, uma menina e um menino • Trabalho com uma coisa TOTALMENTE diferente do blog • Sou umbandista • Meu ator favorito é Mark Ruffalo.

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Gostaram das sugestões de blogs?
Tem algum pra indicar?
Me conta nos comentários!
beijos ♥