Representatividade: Precisamos falar sobre Shonda Rhimes ♥

Esse post tem estado no meu rascunho há um tempão, porque é sempre difícil colocar em palavras o significado de um trabalho tão incrível como o que Shonda vem fazendo na TV (e fora dela) durante os últimos anos, especialmente dentro da retratação do cenário da representatividade.

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Shonda, que no passado ficou conhecida como produtora e roteirista de longas como ‘O Diário da Princesa (1 e 2)‘ e ‘Crossroads‘ (isso mesmo, o filme da Britneyde), entrou para o mundo das séries em 2003, quando escreveu o que seria o primeiro piloto de ‘Grey’s Anatomy’, e desde então, não saiu mais do cenário das produções televisivas.
Esse poderia ser tranquilamente um post sobre como ela é uma mulher a frente do seu tempo, mas ele vai além.

Aos fãs da autora/produtora não existe novidade, Shonda escreve personagens REAIS.
Lá no inicio, nas primeiras temporadas da primeira série da autora (‘Grey’s Anatomy’), já era possível enxergar o tipo de trabalho que ela faria, trazendo traços de personalidade tão humanos em seus protagonistas.
O que realmente surpreende em Shonda, e motivo desse post, é o fato dela ter incorporado tão bem a representatividade com o passar dos anos.

Começou sutilmente com a aparição Callie (Sara Ramirez) em ‘Grey’s Anatomy’.
O mesmo aconteceu em ‘Scandal’, com o casal Cyrus (Dan Bucatinsky) e James (Jeff Perry), mais uma produção de Shonda.
Mais pra frente, em ‘How To Get Away With Murder’, os destaques foram ainda maiores. Annalise Keating (Viola Davis) começa a trama casada com um homem, mas ao desenrolar da história, se revela bissexual. Ainda temos Connor (Jack Falahee), mais um dos personagens de destaque da série, que mostra, mais a fundo, os dilemas e drama presentes em seu dia-a-dia.
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É claro que hoje, a representatividade (de tantas formas) ganhou muito mais espaço na TV, especialmente nas séries (‘Sense 8’, oi?), mas achei importante registrar o papel de Shonda nesse gatilho inicial.

A liberdade como ela escreve/produz seus personagens, de uma maneira geral, agrega levantando e colocando foco a liberdade de escolha, a aceitação sexual e a retratação das colocações que fazemos de nós mesmos no mundo.
Contar essas histórias, é um jeito de cultivar a empatia pelas pessoas como nós e, mais do que isso, pelas pessoas que são diferentes de nós, de realidades distantes.

Se você, como eu, admira o trabalho da Shonda, me conta nos comentários seu personagem favorito da autora!

beijos♥

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4 comentários sobre “Representatividade: Precisamos falar sobre Shonda Rhimes ♥

  1. Shonda é apenas MARAVILHOSAINCRÍVELDIVA! Já criou tantos personagens excelentes, e inclui nos seus roteiros não apenas casais homosexuais, mas mulheres em posições de poder, mulheres negras em posições de poder… coisas que não vemos com taaanta frequência nesse mundo midiático de séries/filmes. Não sei citar apenas um personagem favorito mas arriscaria Addison Montgomery!

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