Filmes Assistidos! #27 – Especial Férias: Parte 1!

Acumulei tantos filmes assistidos nas férias que tive que dividir em dois posts de ‘Filmes Assistidos’.
(A segunda parte entra aqui no blog LOGUINHO :))

Legenda de Classificação
☆☆ – Bom, mas não assistiria de novo;
☆☆☆ – Bom;
☆☆☆☆ – Muito bom;
☆☆☆☆☆ – Já quero na coleção! ♥
(Todas as sinopses são pelo ‘Adoro Cinema’).

The Invitation (2015)

Sinopse:
‘Uma tragédia abala o casal formado por Will e Eden. Eles perdem o filho pequeno e, desolada, Eden vai embora sem dar notícias. Dois anos mais tarde, ela volta a procurar o marido, acompanhada de outro homem, e totalmente diferente de como era antes. Durante um jantar, com Will, Eden e o novo companheiro de sua esposa, Will começa a suspeitar que os visitantes têm planos sinistros contra ele.’
Estrelinhas: ☆☆
O filme e o enredo: A sinopse promete mais do que entrega.
Esperei um filme cheio de suspense, com uma carga dramática alta e com reviravoltas e boas justificativas, mas acabou que o longa fica parado demais, quase sem pé nem cabeça, deixando a desejar, comparado a outros do mesmo gênero.
A trilha sonora é incrível e o clima construído de um jeito ótimo, mas o desenrolar da história fica confuso e se perde em enredo.
O elenco: Tom Hardy (‘Guerra é Guerra’) mais uma vez se supera como ator, dentro da sua fase de filmes mais ‘undergrounds‘, antes de ir direto para os holofotes com nomes de grande peso (que aconteceu esse ano, mais especificamente depois de ‘O Regresso’), além dele, é bom ver Michael Huisiman (‘Game Of Thrones’) em papéis mais versáteis.
Considerações finais: Poderia cumprir com mais maestria a proposta inicial da trama. Vale pra quem buscar filmes no gênero, mas não é o melhor na categoria.
Onde assistir? ‘The Invitation’ 
está disponível no Netflix!

Como Eu Era Antes de Você (2016)

Sinopse:
‘Rico e bem sucedido, Will (Sam Claflin) leva uma vida repleta de conquistas, viagens e esportes radicais até ser atingido por uma moto, ao atravessar a rua em um dia chuvoso. O acidente o torna tetraplégico, obrigando-o a permanecer em uma cadeira de rodas. A situação o torna depressivo e extremamente cínico, para a preocupação de seus pais (Janet McTeer e Charles Dance). É neste contexto que Louisa Clark (Emilia Clarke) é contratada para cuidar de Will. De origem modesta, com dificuldades financeiras e sem grandes aspirações na vida, ela faz o possível para melhorar o estado de espírito de Will e, aos poucos, acaba se envolvendo com ele.’
Estrelinhas: ☆☆
O filme e o enredo: Depois de ler ao beste-seller que deu origem ao filme e AMAR, achei que o longa fosse me tocar também, mas não foi muito o que aconteceu.
A produção é boa e a fotografia, assim como a trilha sonora, impecável. Ainda assim, o filme me decepcionou em muitos aspectos.
Faltaram momentos relevantes para a trama, faltaram diálogos que acrescentariam a história, momentos mais interessantes e, na minha opinião, faltou algo que trouxesse o peso do livro, para as telonas.
O elenco: Amamos Sam Claflin desde ‘Jogos Vorazes‘ e também amamos Emilia Clarke desde ‘Game of Thrones‘, e ambos em cena tem mesmo muita química e superam o nível ‘casalzinho convencional‘ com atuações brilhantes.
Considerações finais: Um drama romântico e expressivo, mas apagado quando colocado ao lado do livro que lhe deu origem.

A Onda (2008)

Sinopse:
‘Em uma escola da Alemanha, alunos tem de escolher entre duas disciplinas eletivas, uma sobre anarquia e a outra sobre autocracia. O professor Rainer Wenger (Jürgen Vogel) é colocado para dar aulas sobre autocracia, mesmo sendo contra sua vontade. Após alguns minutos da primeira aula, ele decide, para exemplificar melhor aos alunos, formar um governo fascista dentro da sala de aula. Eles dão o nome de “A Onda” ao movimento, e escolhem um uniforme e até mesmo uma saudação. Só que o professor acaba perdendo o controle da situação, e os alunos começam a propagar “A Onda” pela cidade, tornando o projeto da escola um movimento real. Quando as coisas começam a ficar sérias e fanáticas demais, Wenger tenta acabar com “A Onda”, mas aí já é tarde demais.’
Estrelinhas: ☆☆☆☆
O filme e o enredo: Um dos melhores filmes de 2016!
‘A Onda’ pode não ter todos os créditos devidos por se tratar de uma história verídica, com uma trama densa e uma temática que pode soar como ‘tediosa’, mas é incrivelmente bem pensado, bem produzido, com um enredo muito bem escrito e uma montagem que prende o espectador desde o início.
O elenco: O único rosto conhecido é o de Max Riemelt que conheci de ‘Sense 8‘.
Considerações finais: Um história imprevisível que trás reflexões profundas e que agrega a quem assiste.
Onde assistir? ‘A Onda’
está disponível no Netflix!

The Fundamentals Of Caring (2016)

Sinopse:
‘Um homem que sofreu grandes perdas em sua vida entra em um curso que muda suas perspectivas de vida.’
Estrelinhas: ☆☆☆
O filme e o enredo: O longa de produção própria da Netflix é bem estruturado, tem uma fotografia e uma montagem excelentes, uma trama concisa e trás a tona alguns questionamentos, de forma leve e com aquela cara de ‘dramedy‘ (drama+comedy).
O elenco: Paul Rudd (‘Homem-Formiga’) se sai MUITO bem no papel do protagonista Ben e forma uma dupla muito carismática com Craig Roberts (‘Vizinhos’).
Considerações finais: O filme é leve e traz uma mensagem comovente escondida no meio de tantas referências.
Onde assistir? ‘The Fundamentals Of Caring’ 
está disponível no Netflix!

*

Se você já assistiu algum desses filmes ou ficou com vontade de assistir, não esquece de me contar nos comentários!

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8 comentários sobre “Filmes Assistidos! #27 – Especial Férias: Parte 1!

  1. Verinha, parece que os filmes NUNCA correspondem aos livros, né? Fico pensando que as pessoas que não leram o livro, e só assistiram o filme poderiam dar uma nota melhor. Tipo, HP, pra mim os filmes sempre vão ser “pebas” em comparação com os livros. Ah, Divergente também!! :)
    Adorei o post, quero mais filmes!
    Xero

    Curtido por 1 pessoa

  2. […] A Onda Sinopse: ‘Em uma escola da Alemanha, alunos tem de escolher entre duas disciplinas eletivas, uma sobre anarquia e a outra sobre autocracia. O professor Rainer Wenger (Jürgen Vogel) é colocado para dar aulas sobre autocracia, mesmo sendo contra sua vontade. Após alguns minutos da primeira aula, ele decide, para exemplificar melhor aos alunos, formar um governo fascista dentro da sala de aula. Eles dão o nome de “A Onda” ao movimento, e escolhem um uniforme e até mesmo uma saudação. Só que o professor acaba perdendo o controle da situação, e os alunos começam a propagar “A Onda” pela cidade, tornando o projeto da escola um movimento real. Quando as coisas começam a ficar sérias e fanáticas demais, Wenger tenta acabar com “A Onda”, mas aí já é tarde demais.’ Minha resenha […]

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