#em2015 – O que (não) esperar de 2016?

Todo final de ano é a mesma coisa: a gente faz uma lista das promessas que não cumpriu, anota as falhas pra tentar evitar a repetição (pelo menos nos próximos 365 dias), anota também as conquistas e tenta colocar no papel tudo o que esperamos que aconteça pro ano que tá entrando.
Como isso NUNCA (mesmo) funciona pra mim, decidi que esse ano: não vou esperar nada de 2016.
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Vou arregaçar as mangas e tentar tirar do papel alguns dos meus planos. Aí você me pergunta ‘só alguns?!‘ e eu te respondo: sim, só alguns.
E só alguns porque nossa vida é tão cheia de sonhos, desejos e vontades, que se acabarmos nos dedicando muito a tudo, não vivemos o dia-a-dia. Deixamos pra lá aquele momento relax da leitura de um livro bom (minha meta são 12 pra 2016), aquele momento de preguiça, de reflexão, de pizza com a família ou da ligação (isso mesmo: ligação) que poderíamos fazer pra aquele amigo que não vemos a tanto tempo.
Nos atropelamos em horários, agendas, trabalho e deixamos de lado o sentido da palavra hobby. Transformamos tudo em uma grande obrigação, tudo tem que se expor, tudo tem que se compartilhar, e tudo chega num nível onde a diversão quase não está completa se não postamos aquela foto, filmamos aquele por-do-sol, compartilhamos a imagem da sobremesa linda que pedimos.
Pra 2016, quero ser menos escrava das minhas ansiedades. Ter menos vontade de deixar minhas experiências em ~full~ apenas quando consigo demonstra-la publicamente. Procrastinar menos, e não PARAR de procrastinar, porque quando é radical, NADA é saudável.

No mais, espero que 2016 venha com aquele gosto doce de uma tarde de calor e vento, daquele momento em que temos vontade de chorar de felicidade ao lembrar, daqueles dias cheios de tempestade e frio, que trazem o arco-iris depois (#clichês).
Que as pessoas possam melhorar! Que o mundo se torne um lugar melhor, mais tolerante, mais aberto, mais FELIZ!

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12 comentários sobre “#em2015 – O que (não) esperar de 2016?

  1. Verinha, feliz 2016!

    Também estou nessa onda de ter metas menos rígidas (meu último post de 2015 foi sobre isso!), afinal a vida vai mudando e a gente também, né?!
    Também quero ser menos escrava das minhas ansiedades… Quero ser menos escrava em todos os sentidos, e mais passarinho, leve e livre :)

    Que nesse novo ano possamos realizar aquilo que desejamos com muita alegria e valorizando o que realmente importa!

    Beijos!

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  2. Eu nunca fui muito rígida com metas. Aliás, quase nunca fiz listas, mas acabei escrevendo uma ontem. Nada que me escravize, porém. Deu vontade de colocar umas ideias no papel, mas eu sempre tenho consciência de que a própria vida se encarrega de nos desviar de alguns caminhos.

    Enfim… Te desejo um 2016 leve, cheio de vida. Sobretudo, desejo que você encontre maneiras de lidar com a ansiedade. Já passei por maus bocados, perdi boas oportunidades e não quero o mesmo pra vc, hihi.

    Beijos

    Curtido por 1 pessoa

  3. haha Verinha, acaba que sou totalmente escrava de minhas ansiedades e adoraria ser tranquila e pensar “LET IT BE”. Mas nããão. Minha cabeça tá sempre em um turbilhão danado, que me cansa :T hahaha. Espero poder ser mais tranquila esse ano. Não tenho muitas metas, mas desde que aprenda muito, tá ok! :’D
    beijo! :*

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