As vezes, ser você mesmo é tudo o que você pode ser. (#BEDA8)

Não preciso falar o quanto é difícil crescer, né?!
Lendo diários antigos (e alguns posts em um fotolog FAR AWAY), notei o quanto minha perspectiva de futuro era diferente do que ele realmente se tornou.
Sempre achei que com 25 anos estaria em uma fase totalmente diferente da que eu vivo hoje e mais, sempre achei que pra isso teria e conseguiria mudar quem eu era completamente.

Acontece que o que ninguém conta pra gente é que a gente pode mudar tudo, mas nossa essência, o que somos no nosso intimo não depende muitas vezes de nós mesmo, o que somos conta histórias.
É aquela velha história sobre cada cicatriz mostrar um pouco do vivemos, sabe?
Visíveis ou não, lá estão elas, se curando ou não ao lado das mãos machucadas por recolhermos repetidas vezes um coração quebrado, ao lado das olheiras diante das noites mal dormidas, ao lado do quentinho das tardes de sol que antecedem um encontro especial.

Foi lidando com doses cavalares de decepções e mágoas, com demonstrações inenarráveis de carinho, com frustrações e boas escolhas lado a lado, que me construí a pessoa que sou hoje.

Foi vivendo o que não esperava viver que me tornei quem eu sou.

A loucura é que eu não pude escolher viver nada do que vivi, mas pude escolher em todas as vezes SE e COMO iria lutar, e no fim das contas, acabei escolhendo lutar.
Todas as vezes.
Só com o que eu tinha.
Só como eu mesma.

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12 comentários sobre “As vezes, ser você mesmo é tudo o que você pode ser. (#BEDA8)

  1. Amei o post, em especial esta frase: “Foi vivendo o que não esperava viver que me tornei quem eu sou”. Ainda sou jovem mas na verdade acho que vai ser sempre assim. Vamos sempre esperar uma coisa e acaba por ser outra. É mesmo assim a vida, mas acho mesmo que não trocava nada do que passei pelo que esperava passar, se não já não era eu, era outra pessoa.

    Foi muito inspirador.
    Beijinho <3

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  2. É engraçado olhar para o passado e rever aquilo que a gente projetou para o futuro, né?! Quando eu era mais nova, fiz planos com base numa sociedade mais próxima da dos meus pais do que da minha… Mal sabia eu que no MEU tempo, quase ninguém tem casa própria, marido e filhos aos 25. Que quase ninguém tem independência financeira e a vida toda resolvida. Era isso que eu planejava… E mesmo que os tempos não tivessem mudado tanto, eu mal sabia qual caminho eu teria percorrido para possibilitar ou não tantas fantasias do passado. Sonhar e planejar é sempre bom, mas saber “dançar conforme a música” (como diz minha mãe) e ir se adaptando nos caminhos que a vida nos leva é sempre mais produtivo. De um jeito ou de outro, minha crença é sempre de que “o que tiver de ser, será”.

    Beijos

    Curtido por 1 pessoa

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