Resenha: ‘Boneco de Neve’

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Sinopse: ‘No dia da primeira neve do ano, na fria cidade de Oslo, o inspetor Harry Hole se depara com um psicopata cruel, que cria suas próprias regras; O terror se espalha pela cidade, pois um boneco de neve no jardim pode ser um aviso de que haverá uma próxima vítima. No caso mais desafiador da sua carreira, Hole se envolve em uma trama complexa e mortal, com final surpreendente.’

Graças a maravilha que se tornou a internet, hoje, com a ajudinha de alguns gagdet’s da vida real (RISOS) como smartphones e kindles e tablet’s e etc, é possível ler um livro sem precisar compra-lo de fato (o que pode ser considerado pirataria, mas é assunto pra outro post). Foi assim, fuçando as internet’s tudo que encontrei o Minhateca, essa maravilhosa ferramenta online para armazenamento e disponibilidade de livros em PDF.

Estou contando tudo isso pra começar a resenhar esse livro incrível que é ‘Boneco de Neve’, de Jo Nesbo.
Publicado pela Record, o suspense narra a história de Harry Hole e sua caçada á um serial killer que, para ‘avisar’ quando um crime foi cometido, faz um boneco de neve nas mediações do mesmo.

Logo de cara, é bom avisar que: fazia muito tempo que não lia um livro de suspense tão intenso e verdadeiramente bom. Após minha decepção com ‘O Chamado do Cuco’, deixei os ‘policiais’ de lado e me dediquei a leituras mais leves e fofas (?). Como não sabia o que esperar (não li resenhas com medo de spoliers), ‘Boneco de Neve’ foi sendo desvendado lenta e deliciosamente por mim nas últimas noites adentro.

O livro é inteligente, o que pra mim, todos os livros de suspense/policial deveriam ser por obrigação. A grande sacada, logo no inicio, (tentarei não dar spoilers. LEIAM!), mostra que todo o véu por trás do andamento da história, é sim necessário (isso você só entende no final!).

Harry é o típico policial  por quem eu me apaixono quando leio algo assim. Não amorosamente, mas pelo seu jeito esquisito e nada sedutor. Além disso, Harry é viciado em bebida e trabalho, o que o torna uma pessoa frágil, mesmo sendo o único policial norueguês a ter lidado com um serial killer antes. Essa controvérsia me atrai. Ao lado de Katrine (de longe minha personagem favorita no livro!), Harry é convocado pelo assassino a investiga-lo e essa dúvida, deixa todos os elementos do livro ainda mais expostos e mais atraentes.
Toda a história parece ser envolta daquela fina camada de quando QUEREMOS ver algo, mas não queremos olha-lo de fato.

O desenrolar da história não é SÓ surpreendente, mas também, incrivelmente bem escrito. Foi o tipo de livro que me envolveu a ponto de não querer termina-lo. Eu de fato, saboreei a história, palavra por palavra e, embora possa haver alguém que diga que ~já sabia~ o que iria acontecer, uma névoa (não era a camuflagem clássica, nem nada muito espesso a ponto de atrapalhar a história) encobria pistas e pontes, logo, havia uma forma de QUASE saber o que iria acontecer, mas não havia a certeza de fato.

O livro não é sangrento, não é ‘creepy’ e não deixa nenhuma fresta. Ele explica ~tim-tim por tim-tim~ das motivações envolta de todas as atitudes dos personagens, diante de todos as situações

Não o consigo dar uma nota ou fazer um fechamento digno do que achei do livro. ‘Boneco de Neve’ tem as doses exatas, não só para um suspense incrível, mas para um livro verdadeiramente bom.

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