Filmes Assistidos! #6

Vai ter resenha de filmes que assisti SIM!

Como já tinha dito, conforme for assistindo e classificando (Sempre de 1 a 5 estrelinhas!) (:
Legenda:
☆ – Ruim;
☆☆ – Bom, mas não assistiria de novo;
☆☆☆ – Bom;
☆☆☆☆ – Muito bom;
☆☆☆☆☆ – Já quero na coleção! ♥

(Todas as sinopses são pelo ‘Adoro Cinema’).
Dito isto, vamos aos assistidos destes últimos dias (Clica em cima dos nominhos pra ver o trailer! o/) :

Capítulo 27 – O Assassinato de John Lennon (2008)
Sinopse: ‘No dia 8 de dezembro de 1980 morria o cantor John Lennon. Para a surpresa do mundo, um homem casado, sem antecendentes criminais, disparou cinco tiros contra o ex-Beatle, na porta do edifício Dakota, onde morava em Nova York. O que se passou na cabeça de Mark David Chapman (Jared Leto) nos três dias que antecenderam o crime? Por que sua mente ficou abalada de uma hora para outra e qual seria a verdadeira conexão do assassino com o livro “O Apanhador no Campo de Centeio”, encontrado com ele?’
Estrelinhas: ☆☆☆
O filme e o enredo: Shame on me não conheço muito sobre a história dos Beatles (Band Hero conta?) e pesquei sem querer no TeleCine este longa, que fala sobre o assassinato do John Lennon, mais especificamente sobre a rotina do assassino nos dias que antecederam ao fato. O filme aborda muito bem todos os transtornos sofridos pelo, desde então, mundialmente famoso Mark David Chapman, tudo o que levou o homem comum a se tornar o obcecado fã que despreza os outros e endeusa seu ídolo. O enredo é interessante, apesar do filme ser lento é fiel aos detalhes.
O elenco: Jared está simplesmente irreconhecível. Nunca o vi tão diferente, o que naturalmente me chamou a atenção, porque não assisti muitos longas com ele, e apesar de te-lo visto em ‘Clube de Compras Dallas’ e ter notado seu talento, o coloquei na galeria de ~ótimos atores~ da sua geração. Ao seu lado, apenas irrelevantes atuações de Lindsay Zzzzzzzz Lohan e cia.
Considerações Finais: O filme é bem interessante, muito bem ambientado e com uma atuação impecável de Jared Leto. Deixa a desejar no ritmo, mas dita bem a noção a ponto de nos deixar em sintonia com o personagem principal.

Universidade Monstros (2013)
Sinopse: ‘Mike Wazowski (Billy Crystal) e James P. Sullivan (John Goodman) são uma dupla inseparável em Monstros S.A., mas nem sempre foi assim. Quando se conheceram na universidade, os dois jovens monstros se detestavam, com Mike sendo um sujeito estudioso, mas não muito assustador, e Sulley surgindo como o cara popular e arrogante, graças ao talento inerente para o susto. Após um incidente durante um teste, os dois são obrigados a participarem da mesma equipe na olimpíada dos sustos (…)’
Estrelinhas: ☆☆☆
O filme e o enredo: Pra quem ama animações, ‘Universidade Monstro’ é um prato cheio. Achei o filme feito mesmo para crianças, com aquela moral clássica da Pixar por trás e um humor muito levinho, bem água com açúcar. Pontos positivos pro enredo que foca em Mike (não em Sulley), o personagem mais interessante do primeiro filme da ~série~ DE LONGE.
O elenco: Mike brilhando, Sulley como coadjuvante e um antagonista muito mais legal que Randall (vilão de ‘Monstros S.A’).
Considerações Finais: O filme é leve. Dá pra assistir naqueles momentos em que tudo o que se quer fazer é esvaziar a cabeça, dar algumas risadas e descontrair. Bem bonitinho, com gráficos fofos e muito fieis aos do primeiro filme, ‘Universidade Monstros’ é um filme bem infantil.

A Loja Mágica de Brinquedos (2007)
Sinopse: ‘A Loja Mágica do Sr. Magorium é um paraíso de brinquedos onde tudo ganha vida, inclusive a própria loja. Um dia o sr. Edward Magorium (Dustin Hoffman), que tem 243 anos, decide ceder o controle de seu estabelecimento à insegura e jovem gerente Molly Mahoney (Natalie Portman). Quando um cético contador chamado Henry Weston (Jason Bateman) surge para fazer uma auditoria em todos os brinquedos a loja passa por uma misteriosa mudança (…)’
Estrelinhas: ☆☆
O filme e o enredo: Filme de doenta, peguei sem querer numa tarde meio-dormindo-meio-acordada em um dos TeleCine’s. Faz tempo que paquerava esse filme, mas finalmente consegui assistir. O longa é bem ilusório, usa e abusa da carta-livre para filmes com magia e encantamentos, mas não deixa a desejar em seu enredo e em seu desenrolar. A ambientação é linda, bem misteriosa e leve. O filme tem uma fotografia mágica e fofa.
O elenco: Dustin Hoffman dispensa comentários. Já o amava antes, mas no papel do misterioso e fofo-que-vontade-de-apertar Sr. Magorium, conquistou meu coração de vez (destaque para a cena da dança no plástico bolha ♥). Ao seu lado, ninguém menos que Natalie MUSA Portman, sem make, com cabelo Joãozinho e as roupas mais cafonas já vistas ever e ainda assim, fazendo a gente se apaixonar por ela. Não dá pra deixar de fora as atuações de Jason Bateman (que amamos em ‘Coincidências do Amor’) e Zach Mills, uma adorável surpresa.
Considerações Finais: O filme é bem fofo, típica aventura-infantil, mas infelizmente NÃO TEM FINAL ): De repente, puf, acabou. Fiquei a little bit chateada, mas tive que aceitar pra doer menos.

A Estranha Vida de Timothy Green (2012)
Sinopse: ‘Um casal sem filhos enterra uma caixa em seu quintal, contendo todos os seus sonhos e desejos para uma criança. Logo, nasce Timothy Green, que, no entando, é muito mais do que parece, trazendo com ele uma magia que vai mudar a maneira de todos sentirem o amor.’
Estrelinhas: ☆☆☆☆
O filme e o enredo: Comecei a assisti-lo despretensiosamente, mas o enredo me envolveu. O longa é leve, bonito, com uma fotografia invejável. Tem cara de filme antigo, mas um antigo retrô, bem bonito. Tem uma ambientação leve e é cheio de mensagens bonitas e lições de vida nas pequenas coisas. Me impressionei com a qualidade do filme.
O elenco: Jennifer Garner maravilhosa se junta ao sub-estimado Joel Edgerton, formando o casal central e cômico-dramático do longa. Cameron C.J. Adams dá show na pele de Timothy e usa e abusa de seu sorriso cativante e seus ‘olhos de gatinho do Sherk’ pra fazer a gente se apaixonar um pouco mais pelo filme.
Considerações Finais: Se havia alguma dúvida quanto a qualidade de dramas ilusórios, depois de ‘A Estranha Vida de Timothy Green’, não existe mais. Já havia me apaixonado por um longa semelhante (O Menino de Ouro’) e achei que este fosse ser igual, mas surpreendemente não é. É ainda mais bonito e mais do que isso, mais humanizado.

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