4+1 filmes mindfuck (do Netflix)! ♥

Se você adora filmes que explodem nossa cabeça de tanto pensar em teorias malucas ou de tanto tentar entender o que RAIOS está acontecendo, esse post é pra você!

Escolhi 4+1 filmes mindfuck lá do Netflix, pra você pegar a pipoca, o caderninho de anotações e depois vir aqui me contar tudo o que achou!

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‘O Show de Truman’ (1998)
Sinopse: ‘Truman Burbank (Jim Carrey) é um pacato vendedor de seguros que leva um vida simples com sua esposa Meryl Burbank (Laura Linney). Porém algumas coisas ao seu redor fazem com que ele passe a estranhar sua cidade, seus supostos amigos e até sua mulher. Após conhecer a misteriosa Lauren (Natascha McElhone), ele fica intrigado e acaba descobrindo que toda sua vida foi monitorada por câmeras e transmitida em rede nacional.’
Acho importante dizer:
Amo Jim, mas só o amo em filmes fora das comédias. Aconteceu com ‘O Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças’ (meu filme favorito!), ‘Número 13’ e ‘O Show de Truman’, é claro.

‘Ilha do Medo’ (2010)
Sinopse: ‘1954. Teddy Daniels (Leonardo DiCaprio) investiga o desaparecimento de um paciente no Shutter Island Ashecliffe Hospital, em Boston. No local, ele descobre que os médicos realizam experiências radicais com os pacientes, envolvendo métodos ilegais e anti-éticos. Teddy tenta buscar mais informações, mas enfrenta a resistência dos médicos em lhe fornecer os arquivos que possam permitir que o caso seja aberto. Quando um furacão deixa a ilha sem comunicação, diversos prisioneiros conseguem escapar e tornam a situação ainda mais perigosa.’
Acho importante dizer:
Leo não foi indicado ao Oscar por esse papel, um dos mais elogiados da sua carreira. Além disso, o longa conta com Mark Ruffalo, meu ator favorito ♥.

‘Cisne Negro’ (2011)
Sinopse: ‘Beth MacIntyre (Winona Ryder), a primeira bailarina de uma companhia, está prestes a se aposentar. O posto fica com Nina (Natalie Portman), mas ela possui sérios problemas pessoais, especialmente com sua mãe (Barbara Hershey). Pressionada por Thomas Leroy (Vincent Cassel), um exigente diretor artístico, ela passa a enxergar uma concorrência desleal vindo de suas colegas, em especial Lilly (Mila Kunis). Em meio a tudo isso, busca a perfeição nos ensaios para o maior desafio de sua carreira: interpretar a Rainha Cisne em uma adaptação de “O Lago dos Cisnes”.’
Acho importante dizer:
Natalie levou pra casa o Oscar, Globo de Ouro e BAFTA de melhor atriz graças a seu papel em ‘Cisne Negro’.

‘Donnie Darko’ (2001)
Sinopse: ‘Donnie (Jake Gyllenhaal) é um jovem brilhante e excêntrico, que cursa o colegial mas despreza a grande maioria dos seus colegas de escola. Donnie tem visões, em especial de um coelho monstruoso o qual apenas ele consegue ver, que o encorajam a realizar brincadeiras destrutivas e humilhantes com quem o cerca. Até que um dia uma de suas visões o atrai para fora de casa e lhe diz que o mundo acabará dentro de um mês. Donnie inicialmente não acredita na profecia, mas momentos depois um avião cai bem no telhado de sua casa, quase matando-o. É quando ele começa a se perguntar qual o fundo de verdade da sua previsão.’
Acho importante dizer:
Depois do sucesso do longa, uma sequencia foi filmada. ‘S. Darko – Um Conto de Donnie Darko’, conta a história de sua irmã, mas não agradou aos fãs do longa que preferem esquecer que ela já existiu.

‘Trainspotting – Sem Limites’ (1998)
Sinopse: ‘Em Edimburgo, na Escócia, vive Renton (Ewan McGregor), um jovem usuário de heroína que leva uma vida despreocupada, dividindo-se entre seu romance com a estudante colegial Diane (Kelly Macdonald) e os encontros com seus quatro amigos viciados: Sick Boy, (Jonny Lee Miller), um imoral desenhista de HQs fanático por Sean Connery; Tommy (Kevin McKidd), um atleta responsável; Spud (Ewen Bremner), um bobalhão de bom coração e Begbie (Robert Carlyle), um violento sociopata.’
Acho importante dizer:
O longa vai ganhar uma continuação depois de quase 22 anos de seu lançamento. Os mesmos atores farão seus respectivos personagens (ansiosa por isso, aliás).

*

Vocês já assistiram algum desses filmes? Ficaram pirados?
Tem algum outro filme desse gênero pra indicar?!
Me conta tudo na caixinha dos comentários aqui embaixo!

beijos♥

7+1 músicas pra você dançar! ♥

Resolvi fazer uma ‘limpa‘ na minha sequência de músicas do Spotify e percebi que sou cheia de músicas animadas.
Por isso, reuni as mais bem cheias de ginga pra você ir dançar, ir malhar, ir passear, colocar no carro pra se balançar, enfim, ouvir onde e a hora que quiser.

Não esquece de me contar se você já conhecia alguma delas, se gostou das indicações e se você tem alguma música muito legal pra eu colocar junto com elas na lista.

‘Care’ – CADE

‘Phone Down’ – Lost Kings

‘Call’ – Kasbo

‘Never Letting Go’ – Zac Samuel

‘Capsize’ – FRIENDSHIP

‘Drive’ – Glades

‘Imagination’ – Gorgon City

‘Fantasy’ – Aline Baraz & Galimatias (Felix Jaehn Remix)

*

Agora é só colocar pra tocar!

beijos♥

4+1 ensinamentos de 2016 para colocar em prática em 2017! ♥

O ano virou e parece que (finalmente), começou.
Acabou o estoque (que parecia infinito) de tender da geladeira, a praia é só mais uma lembrança no nosso #Instagram e a pressão do início desse novo ciclo está no mood *ON*.

Por isso, mesmo não tendo feito listinha de metas pra o ano que chega, achei que era hora de listar 3+1 ensinamentos de 2016 para colocar em prática em 2017.

Um momento para si é fundamental
Parece papo de livro barato de auto-ajuda, mas falo sério quando escrevo sobre a importância de encontrar um tempo mínimo para você conseguir fazer uma coisa para si.
Podem ser 15 minutos por dia, podem ser 2 vezes por semana… Não importa, não tome isso como uma obrigação, apenas faça.
Vá ler o livro que está na cabeceira há tempos,vá escrever em um diário pessoal, vá fazer uma hidratação longa e refrescante nos cabelos ou colagens com imagens bacanas, vá praticar um esporte que você realmente goste, enfim, vá realizar algo para seu próprio bem estar.
Os resultados de satisfação são instantâneos, além de ajudar a valorizar sua importância no seu círculo social de vida e trazer auto-confiança.

Tomar água faz toda a diferença (sério!)
Não tô aqui querendo cagar regra pra ninguém, muito menos dando consultoria de ‘como você deve viver sua vida‘, mas um estudo diz que tudo o que fazemos por 21 dias seguidos se torna um hábito, por isso, tenho tentado seguir esse padrão nas coisas mais simples do dia-a-dia e, se tem uma coisa que 2016 me ensinou é que:
Água é vida!
Limpa, energiza e ajuda em tudo. Cabelo, pele, unhas, sistemas (digestivo, nervoso, central) e até na disposição, enfim, vale começar com a ajuda de um APP (se você não tiver esse hábito) e tentar manter esse ritmo pra sentir a diferença na sua rotina.

Exercitar seus padrões de pensamento fará maravilhas a sua qualidade de vida
Mais um ensinamento que 2016 me trouxe: somos condicionados a pensar sempre igual e quando estamos abertos a exercitar isso, nossa vida muda, tudo em nosso entorno muda e conseguimos absorver outros pontos de vista.
Com isso, passamos a entender melhor o todo e nos colocamos no lugar do outro, fora da nossa zona de conforto. Aplicando assim, no nosso dia-a-dia um novo altruísmo e uma empatia que fazem a diferença em nosso bem estar próprio e pro bem-estar do outro, de toda uma sociedade que pensa diferente o tempo todo.

Manter sua curiosidade viva deixará seu dia-a-dia mais leve
Nossa rotina cansativa e cheia de horários certinhos (e muitas vezes apertados), nos fazem quase pessoas-robôs.
Nos mantemos acelerados e ocupados o tempo todo, o que, consequentemente, desvia nossa atenção de outras coisas, de coisas diferentes, das pequenas e surpreendentes coisas que podem acontecer mesmo que num dia que pareça igual aos outros.
Por isso, sinto que 2016 me mostro que não podemos deixar passar nada. Se questione, procure, converse com as pessoas, leia, entenda, pesquise. Pode ser nas menores coisas, mas são elas que agregam novos interesses a nossa lista infinita.

outerspace(ilustrando como o universo é imenso e incrível)

*

Se vocês aprenderam algo de legal em 2016 e querer aplicar nesse novo ano, me conta nos comentários!
Vamos compartilhar sabedoria!

beijos♥

Humor do Dia!

il_570xn-1064684903_2tjsAs vezes parece que você carrega o mundo todo nas costas, por mais difícil e pesado que pareça ser você ainda continua carregando sem deixa-lo cair, por que simplesmente nesse mundo estão as pessoas mais importantes pra você.‘ – John Campari

4+1 tiroteios icônicos em séries.

Resolvi fazer esse post depois de rever a cena de O.C, onde Marissa (Mischa Barton) titubeia, mas salva a vida do protagonista Ryan Atwood (Ben McKenzie), atirando em seu irmão, Trey (Logan Marshall-Green).

(Dá pra ver a série toda deisponi´vel no Netflix!♥)

Pensei em várias séries que não tem o enfoque policial, mas que acabam, no meio de suas tramas, inserindo esse tipo de violência e que, nestes momentos, conseguem abordar diferentes pontos de vista e até problemas sociais e de comportamento comuns no dia-a-dia.
Obs 1: Vale buscar a trilha sonora das cenas, porque em sua maioria, são incrivelmente bem pensadas.
Obs 2: Se você lembrou de alguma cena marcante, nessa mesma linha de cenário, não esquece de me contar nos comentários!

Degrassi: The Next Generation
Quando Ricky Murray (Ephraim Todd Ellis) retorna ao colégio, após se afastar por manter um relacionamento abusivo com Terri MacGregor (Christina Schmidt), seus antigos colegas não perdoam e o tratam da pior maneira possível: com indiferença, bullying e cavando humilhações.
Logo, Ricky decide que é hora de se vingar e, com uma arma carregada, dispara o ódio contra os colegas, inclusive deixando um deles paraplégico.
A cena foi impactante e a série mostrou maturidade, apresentando os desdobramentos críticos do evento nas temporadas seguintes.

Justiça
Na trama global exibida no ano passado, Vicente (Jesuíta Barbosa), um homem machista, mimado e alcoolizado, descobre a falência do pai na mesma noite em que pega no flagra sua noiva, Isabela (Marina Ruy Barbosa) no chuveiro com outro homem.
O resultado da caótica situação não poderia ser outro: Vicente mata com sete tiros a noiva, com sua mãe, Elisa (Debora Bloch), presenciando tudo e toca em mais um ponto importante dentro da sociedade atual: o feminicídio.

Glee
Na série musical de Ryan Murphy, Becky Jackson (Lauren Potter), uma aluna assustada, leva uma arma carregada para o colégio e dispara dois tiros sem a menor intenção de atingir ninguém.
O que surpreende na montagem do episódio é o fato de não sabermos quem/o que causou os disparos, algo totalmente diferente do que vimos em outras cenas no mesmo estilo. O desespero dos alunos presos, sem saber o que realmente está acontecendo é transmitido para o telespectador, aumentando a expectativa e expondo outro ponto de vista.

American Horror Story – ‘Murder House’ (Season 1)
Inspirado em um evento real (Massacre em Columbine), Ryan Murphy inseriu na série, como um evento isolado, um tiroteio em uma escola, sendo essa uma das explicações para o comportamento de Tate Langdon (Evan Peters).
A cena deve ser a mais pesada dessa lista, já que corresponde com veracidade a sensação de invasão, morte e desespero.

One Tree Hill
Jimmy Edwards (Colin Fickes) foi mais um estudante que, frustrado e motivado pela indiferença de seus colegas, atacou a seus companheiros com uma arma carregada.
Além de desdobramentos impressionantes para a série, o impacto do tiroteio fica ainda mais em evidencia pelas declarações antes do ato.
Com o objetivo de manter os vídeos em uma cápsula do tempo, Jimmy é gravado falando sobre como a solidão e o esquecimento dos colegar acabaram por faze-lo se sentir inferior e humilhado.
Mais uma cena bem produzida que toca em pontos importantes.

*

Se você tem alguma série legal pra me indicar (com cenas fortes ou não), não esquece de me contar nos comentários!

beijos♥

Filmes Assistidos! #30

Esperei juntar alguns filmes que eu assisti (o que não forma muitos porque tô maluca nas séries), pra contar o que eu achei pra vocês.
Teve terror fraquinho, comédia ‘água com açúcar’ e romancinho.

Legenda de Classificação
☆☆ – Bom, mas não assistiria de novo;
☆☆☆ – Bom;
☆☆☆☆ – Muito bom;
☆☆☆☆☆ – Já quero na coleção! ♥
(Todas as sinopses são pelo ‘Adoro Cinema’).

Assim na Terra Como no Inferno (2015)

Sinopse:
‘Um grupo de arqueólogos está em busca de um tesouro perdido e, para isso, explora o desconhecido labirinto de ossos nas catacumbas abaixo de Paris. Aquela região, conhecida como a cidade dos mortos, revela um segredo que mexerá com a psique humana de modo que os demônios pessoais de cada um voltarão para assombrá-los.’
Estrelinhas: ☆☆
O filme e o enredo: Esse foi mais um filme que estava na minha lista tinha um tempo, mas que eu ainda não tinha assistido. Ainda assim: que decepção.
O plano de fundo da trama, assim como a primeira ideia do roteiro, é muito bom, o problema mesmo é a continuidade mal feita durante o desenrolar da história.
Dado momento um monte de coisa fica misturada, e a sequência fica confusa, uma bagunça só, sabem?
O elenco: A protagonista, Perdita Weeks (‘The Tudors’) é fraca e não convence, ao seu lado Ben Feldman (‘Cloverfield – O Monstro’) também não faz jus ao título de antagonista e expõe a trama.
Considerações finais: O longa é fraco, apesar da premissa interessante.
A sonoplastia é perfeita, mas os efeitos exagerados e o plano sequência confuso, deixam a história mediana e quase cansativa no final.
Onde assistir? ‘Assim na Terra Como no Inferno’ 
está disponível no Netflix!

A Escolha (2016)

Sinopse:
‘Travis Parker (Benjamin Walker) tem uma vida confortável, um bom emprego, amigos leais e uma casa em pequena cidade costeira. Ele busca diariamente viver plenamente e acredita que um relacionamento sério limitaria o seu estilo de vida. Isso até que Gabby Holland (Teresa Palmer) se muda para a casa ao lado. Mesmo que ela tenha um namorado, a moça o instiga logo de cara e faz com que os dois se entreguem a uma relação que nenhum deles esperava. Baseado em romance do autor Nicholas Sparks.’
Estrelinhas: ☆☆☆
O filme e o enredo: Mais um filme adaptado do sucesso Nicholas Sparks, ‘A Escolha’ tem uma trama bem característica do autor: o romance bem clichê, com uma história envolvente e quase espiritualista de plano de fundo, um elenco bacana e uma fotografia bem linda, além de uma trilha sonora que se encaixa perfeitamente a proposta.
O longa não decepciona a quem já espera algo semelhante as tramas de ‘O Melhor de Mim’ ou ‘A Última Música’.
O elenco: O par central tem química, quase de uma forma inesperada. Theresa Palmer (lembram dela de ‘Meu Namorado é um Zumbi’?), de quem gosto muito atuando, dá personalidade a personagem que poderia se apagar ao lado do excelente, Benjamin Walker (‘No Coração do Mar’).
Ainda conta com um elenco de apoio incrível. Alexandra Daddario (‘Percy Jackson e o Ladrão de Raios’), Maggie Grace (‘Busca Implacável’) e Tom Welling (o eterno ‘Smallville’).
Considerações finais: Desses romances que sabemos como vai começar, correr e acabar, mas que vale pelas LINDAS cenas e delicadeza na escolha das músicas.
Onde assistir? ‘A Escolha’ 
está disponível no Netflix!

Perfeita é a Mãe (2016)

Sinopse:
‘Uma mulher (Mila Kunis), com vida aparentemente perfeita – bom casamento, filhos exemplares, ótimo emprego, etc – acaba ficando estressada além do ponto com as obrigações domésticas. Cansada da situação, ela se une a duas outras mulheres (Kathryn Hahn e Kristen Bell) que passam pelos mesmos problemas e juntas iniciam uma intensa jornada de libertação.’
Estrelinhas: ☆☆☆
O filme e o enredo: Finalmente uma comédia cheia de mulheres no comando que me agradou!
Amo franquias de grandes comédias (alô, ‘Se Beber Não Case’), mas sentia falta de ver uma com um BOM enredo, sem menções machistas e sem grandes estereótipos, e finalmente encontrei uma em ‘Perfeita é a Mãe’.
O elenco: Mila Kunis (‘Ted’) é a protagonista, mas fraca no papel, logo, Kristen Bell (‘Veronica Mars’) e a impagável Kathryn Hahn (‘Como Perder Um Homem em 10 Dias’) se destacam e roubam a cena como antagonistas.
Highlight pra participação das crianças do filme.
Considerações finais: A comédia é engraçada, com cenas ótimas, um roteiro amarradinho, mas bem levinha, dessas bem família, pra passar o tempo mesmo.
Onde assistir? ‘Perfeita é a Mãe!’ 
está disponível no Netflix!

A Visita (2015)

Sinopse:
‘Um garoto (Ed Oxenbould) e sua irmã (Olivia DeJonge) são mandados pela mãe (Kathryn Hahn) para visitar seus avós que moram em uma remota fazenda. Não demora muito até que os irmãos descubram que os idosos estão envolvidos com coisas profundamente pertubadoras que colocam a vida dos netos em perigo.’
Estrelinhas: ☆☆☆
O filme e o enredo: Filmado em primeira pessoa (o que, pra mim, foi um problema pro longa), ‘A Visita’ é mais um filme de um dos meus diretores favoritos, M. Night Shyamalan, e segue bem seu estilo de fazer cinema: suspense com plow-twist no final.
Com uma trama, aparentemente simples, mas com uma história bem amarradinha com alguns sinais de terror, mas sempre dentro da linha do suspense, o longa vai agradar quem gosta do estilo, especialmente pela sonoplastia INCRÍVEL.
O elenco: A estréia de Olivia DeJOnge é boa, mas Ed Oxenbould (‘Alexandre e o Dia Terrível Horrível, Espantoso e Horroroso’) está maravilhoso no papel do menino carente e cheio de TOC.
Considerações finais: Não dá pra esperar um FILMAÇO-blockbuster, mas o longa agrada as baixas expectativas e corresponde aqueles que buscam um suspense cheio de mistérios.

*

Você já assistiu algum desses longas?
O que achou?
Discordou das minhas opiniões?
Me conta tudo nos comentários!

beijos♥

Lidos: Os livros de Dezembro + Metas pra 2017! ♥

Chegou 2017 e com ele uma nova meta de leituras.
Mas, antes de falar sobre isso, preciso falar sobre o último livro de 2017.

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Belo Desastre – Jamie McGuire
Editora: Verus
Sinopse:‘A nova Abby Abernathy é uma boa garota. Ela não bebe nem fala palavrão, e tem a quantidade apropriada de cardigãs no guarda-roupa. Abby acredita que seu passado sombrio está bem distante, mas, quando se muda para uma nova cidade com America, sua melhor amiga, para cursar a faculdade, seu recomeço é rapidamente ameaçado pelo bad boy da universidade.
Travis Maddox, com seu abdômen definido e seus braços tatuados, é exatamente o que Abby precisa – e deseja – evitar. Ele passa as noites ganhando dinheiro em um clube da luta e os dias seduzindo as garotas da faculdade. Intrigado com a resistência de Abby ao seu charme, Travis a atrai com uma aposta. Se ele perder, terá que ficar sem sexo por um mês. Se ela perder, deverá morar no apartamento de Travis pelo mesmo período. Qualquer que seja o resultado da aposta, Travis nem imagina que finalmente encontrou uma adversária à altura.’
O que eu achei: 
Que livro horrível!
Imaginei um romance young-adult, desses tipo ‘Anna e o Beijo Francês’ (resenha AQUI), mas passou LONGE.
Não consigo nem descrever direito minha indignação sobre a história, sobre a romantização de uma relação totalmente absurda e abusiva, sobre a construção de personagens que incentivam o lado ‘bonito’ de uma relação doentia.
Fiquei realmente incomodada com o livro, com aquela sensação de ‘tá tudo errado e não posso fazer nada sobre‘. Além disso, percebi em resenhas de outros blogs, que MUITAS leitoras acharam o livro incrível, romântico e sexy, sem entender que o que os personagens vivem é uma relação TOTALMENTE equivocada, repleta de momentos de abuso e violência.
No GoodReads (vou fazer um post sobre ele em breve!), as opiniões estão bem divididas. Muitas leitoras, como eu, classificaram mal o livro e comentário o machismo e a misoginia presentes na história, mas algumas outras, rebateram com a ideia ilusória de um livro de amor.
Não vale a leitura, não vale a história e vale sim indicar pra quem busca um retrato SINCERO de uma relação doentia e (de novo) abusiva.
(Se você já leu esse livro, me conta aqui nos comentários o que achou!)

Enfim, mudando de assunto…

Queria contar pra vocês minhas metas literárias para 2017.
No início do ano passado, instaurei o número de 24 livros (média de dois por mês) como objetivo e, não apenas consegui, como ULTRAPASSEI A META (insira aqui emojis de palmas)!
Logo, para 2017 acresci a meta final mais um livro por mês, o que no total me deixa com 36 livros a serem lidos durante os próximos 365 dias.
Além dessa meta de números, também resolvi ousar (pero no mucho) e instaurar duas categorias de tipos específicos de livros que quero ler, sendo 5 títulos que eu já tenho engavetados e que quero mudar de status e 5 títulos específicos em gênero/autor/estilo.

Essas leituras serão atualizadas junto com os ‘lidos do mês’, com essa tabelinha meiga que eu mesma fiz :)

engavetados

*

Vamos falar sobre livros?!
Me conta nos comentários o que eu DEVERIA ler, se você já leu algum acima ou só me conta seu livro favorito!

beijos♥

Aleatoriedades! #12 (E bem-vindo 2017!)

Warning: Esse é um post completamente aleatório cheio de pensamentos malucos em uma sequência nada ordenada. Porque sim. (se vocês curtem esse tipo de post, não esquece me falar aqui embaixo, nos comentários).

tumblr_nhnvxkyqdm1sazwt7o2_500(Cena de ‘Wild’ – 2014)

Coloquei aqui em cima esse GIF apenas pra retratar a vontade maior de 2017: viajar!

Passei os últimos dias afastada aqui do blog.
Deixei vários posts programados, e desencanei de vir ver se sequer foram pro ar.
Descaso? Não, só MEU tempo sobre as coisas que anda diferente.
Tenho me sentido sufocada com esse espaço, e já falei várias vezes, esse NUNCA foi o meu objetivo.
Gosto de estar aqui pra escrever sobre o que eu quero/sinto, e não manter mais uma (são tantas, né?) obrigação na agenda.

Por isso (também), fica nesse post o registro do direito que me reserva de estar confusa com as metas de 2017 (esse ano que já começa maluco), de postar quando eu quiser, de procrastinar e de ouvir o tipo de música que eu quiser (esse último é só pra polemizar, mores).

Se você chegou aqui nesse texto totalmente desconexo, fica meu beijo e VAMO QUE VAMO!

#bestof2016 – Música!

(Todo final de ano rola aqui no blog um ‘APANHADÃO’ com listas de tudo o que eu achei mais legal nos últimos 365 dias.)

Além de listar os seis álbuns que mais gostei esse ano, também fiz um apanhado das músicas que mais escutei (me segue no Spotify pra acompanhar isso ‘ao vivo’: Vera Benning Tripari)

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Blond – Frank Ocean
Data de lançamento: 20/08/2016
Melhor música: ‘Self Control’

Starboy – The Weeknd
Data de lançamento: 25/11/2016
Melhor música: ‘Reminder’

24k Magic – Bruno Mars
Data de lançamento: 18/11/2016
Melhor música: ‘Finesse’

Anti – Rihanna
Data de lançamento: 28/01/2016
Melhor música: ‘Needed Me’

Lemonade – Beyoncé
Data de lançamento: 23/04/2016
Melhor música: ‘Sandcastles’

Oh My My – One Republic
Data de lançamento: 07/10/2016
Melhor música: ‘Let’s Hurt Tonight’

*

Cake By The Ocean (DNCE) ♡ Pillowtalk (Zayn) ♡ All I Ask (Adele) ♡ Words (Birdy) ♡ The Greateast (Sia) ♡ Gold (Kiiara) ♡ Gemini Feed (Banks) ♡ Cruel (Foxes) ♡ With Me (Drake) ♡ No (Meghan Trainor) ♡ Let It Go (James Bay) ♡ Desire (Years & Years) ♡ All In My Head (Tori Kelly) ♡ Been You (Justin Bieber) ♡  We Black Hearts Bear The Cross (Jonny Craig ft. Kyle Midnite) ♡ 679 (Fetty Wap) ♡ Ride (SoMo) ♡ All Eyes On You (Chris Brown ft. Nicki Minaj ft. Meek Mill) ♡ The Mates Of Soul (Taylor John Williams) ♡ Goodbye (Who Is Fancy)

Ouviram muitas músicas em 2016?
Me conta nos comentários quais foram e se vão leva-las pra 2017!

beijos ♥

#bestof2016 – Youtube!

(Todo final de ano rola aqui no blog um ‘APANHADÃO’ com listas de tudo o que eu achei mais legal nos últimos 365 dias.)

Escolhi os melhores canais do Youtube pelo simples critério de conteúdo somado a vídeos leves e conversar BACANAS pra nos mantermos informados e entretidos.

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Gorda de Boa •
• 
Para Tudo •
• 
Chata de Galocha •
• 
Afros e Afins •
• 
Petit Comite •
• 
A Gorda e O Gay •

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Me conta nos comentários, quais foram os melhores canais do Youtube que vocês acompanharam esse ano!
beijos♥