Tudo de maravilhoso que ‘Gracie & Frankie’ proporciona!♥

Já falei de ‘Grace & Frankie’ em um outro post, logo que comecei a assistir a produção, mas senti, acompanhando agora a terceira temporada, que precisava voltar aqui para falar dessa série tão maravilhosa.
A sinopse já contava que, no centro da história, teríamos Gracie (Jane Fonda) e Frankie (Lily Tomlin), duas mulheres casadas , até seus maridos pedirem o divórcio para se casarem um com o outro, assumindo assim a homossexualidade.
Desse ponto então, ambas teriam que viver juntas, convivendo e abraçando suas diferenças.

O que me impressionou na série é o fato de tantos paradigmas e tabus da terceira idade serem quebrados com naturalidade e humor, o que fica ainda mais evidente nessa nova temporada.
Mas não foi só isso.

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Retratado de forma leve, conseguimos perceber o emponderamento (inclusive sexual – que é tratado com delicadeza e sem tabus) que as protagonistas vão conquistando com o passar dos episódios, ganhando força especialmente com a criação do seu ‘novo negócio’.
Também é graças a essa configuração de sócias, que sua sororidade e companheirismo desabrocham, o que nos presenteia com um feminismo velado, mas cheio de propriedade e libertação para ambas.
O legal é perceber que tudo isso culmina as protagonistas uma aceitação muito grande, de uma para outra (porque elas são incrivelmente diferentes!) e delas para si mesmas.
Um trabalho realmente admirável das atrizes, que faz trazer para a vida real esse reflexo de independência tardia que tanto vivemos no dia-a-dia.

Aquém a toda essa visão feminina da série, temos o plano da terceira idade e suas situações peculiares de fundo caminhando junto com a nova configuração do casal Sol (Sam Waterston) e Robert (Martin Sheen) que passa a dividir a mesma casa e que, com isso, passa a travar outras batalhas em seu dia-a-dia, especialmente dentro do próprio relacionamento e dessa nova adaptação.
Esse novo posicionamento do casal, inclusive perante a situações sociais, é incrivelmente bem retratado e, acrescido a isso, temos a aposentadoria de ambos, que chega com certa relutância, mas que aborda o tema com ótimas visões, opiniões e impacto na série.

No mais, acredito mesmo que ‘Grace & Frankie’ deveria ser uma série obrigatória.
Muito por abordar de forma única a visão da terceira idade, mas também por fazer isso chegando em tantos outros questionamentos importantes da vida, que trazem lições para qualquer idade.

As três temporadas maravilhosas da série são de produção e estão disponíveis na Netflix!

Se você já assistiu, me conta do que mais gostou nos comentários!

beijos! ♥

11+1 ‘lovely songs’ dos meus cantores favoritos! ♥

Visando minha MEGA ansiedade pela minha primeira vez num ‘Rock In Rio’ pra assistir Mozão™ Justin Timberlake em setembro desse ano, decidi listar meus 11+1 ‘lovely songs’ dos meus cantores favoritos, lista este que inclui esse homão maravilhoso e mais um monte de caras incríveis que tem em comum vozes APAIXONANTES e não saem do meu player ♥

Justin Timberlake – ‘Not A Bad Thing’

Ed Sheeran – ‘Perfect’

Gavin James – ‘Nervous’

Vance Joy – ‘Riptide’

James Arthur – ‘Can I Be Him’

Max Milner – ‘All Our Lives’

Sam Smith – ‘Make It To Me’

James Bay – ‘Let It Go’

Bruno Mars – ‘Versace On The Floor’

Jason Mraz – ‘Butterfly’

Drake – ‘Hold On We’re Going Home’

James Morrison – ‘Person I Should Have Been’

*

Todas essas (e mais algumas) estão na minha playlist ‘Mood: Romantiquinha’ no #Spotify, é só me seguir lá pra ouvir tudo o que eu monto :)

Me conta nos comentários se gostou dessa listinha e me sugere temas pra novas listinhas

beijos!

3 ilustradores INCRÍVEIS! ♥

Sou levemente apaixonada por ilustrações (acho que já falei isso aqui no blog), e inclusive queria muito saber desenhar, porém não é o caso, mores.
Então, pra não expor meus desenhos horrendos, decidi falar de 3 ilustradores INCRÍVEIS que eu sigo e sou MUITO apaixonada.

Jonas Mosesson
De Estocolmo para o meu coração, me apaixonei pelos desenhos dele através de GIF’s e foi só amor forever!
Veja mais dos trabalhos dele AQUI!

(SÉRIO! ♥)

Nath Araújo
A Nath ficou mais famosinha tem pouco tempo depois de desenhar os signos com suas características de uma forma bem moderninha, mas eu amo os desenhos dela tem bastante tempo.
Veja mais dos trabalhos dela AQUI!
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(é amor e não é pouco!)

Luana Gurgel
Luana é de Natal e É CADA DESENHO QUE EU PIRO MERMO.
Veja mais dos trabalhos dela AQUI!
(E também tem lojinha virtual AQUI!)
MUITO AMOR ♥

*

Se vocês já conheciam o trabalho deles, me contem nos comentários!
Me deixem dicas de outros ilustras legais pra seguir!

beijos

Lido Especial: Enaltecendo ‘O Sol Também É Uma Estrela’ ♥

Havia tentado ler  ‘O Sol Também É Uma Estrela’ no inicio do ano, mas, por algum motivo desconhecido, não sai da primeira página (preguiça, talvez?).
Então, depois de ler um terror nacional, daqueles bem tensos (que terá resenha no inicio do mês que vem), decidi que precisava de algo mais leve pra continuar a saga de leituras de 2017, logo, peguei o best-seller de Nicola Yoon (QUE MULHER, MORES!) e devorei em menos de 3 dias :O

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(Editora: Arqueiro)

Descreveria  ‘O Sol Também É Uma Estrela’ como um livro envolvente.
Sua narrativa interessante, montada de forma tão diferente e sutil, torna o que seria uma história clichê em uma obra prima do romance sonhador na atualidade.

Sua sinopse é simples: o livro conta tudo sobre o dia em que as histórias de Natasha, uma menina que acredita na ciência dos fatos (e nada mais!) e Daniel, um garoto poeta e cheio de sonhos, se cruzam.

Parece estranho, mas é mais difícil falar de um livro quando gostamos tanto dele, né? E Especialmente para mim, sinto que não gosto de entregar muito do enredo, para não estragar as surpresas de cada pedacinho da obra.
Mesmo assim, precisava enaltecer essa obra tão mágica, linda, bem desenvolvida e diferente.

Precisava vir falar pra vocês sobre cada capítulo TÃO BEM COLOCADO, cada personagem tão envolvente, tão construído como pessoa real, como pessoas que conhecemos no nosso dia-a-dia, que passam por nós o tempo todo.
Precisava falar das mil sensações e dos mais variados pontos de vista sobre uma mesma situação, que o livro me proporcionou.
De cada reflexão, de cada momento pensando: ‘É ISSO!’, de cada suspiro de tristeza por não ter lido antes uma história tão simples, mas tão perfeitamente encaixada.

Foram 288 páginas de sonhos, histórias, quotes, personagens e constatações que mudaram meu ponto de vista sobre TANTAS coisas e em TÃO pouco tempo, que só consigo ver a poesia transformadora por trás da história, aparentemente, boba, mas que na verdade é só sútil.

Por último, queria deixar a maior das mensagens que o livro me transmitiu:
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(”Todo mundo que você conhece está lutando uma batalha que você desconhece. 
Seja gentil.
Sempre.”)

Se você já leu ou ficou com vontade de ler ‘O Sol Também É Uma Estrela’, me conta tudo nos comentários!
beijos ♥

Filmes Assistidos! #33

É nesse post (MENSAL) que eu reúno tudo o que assisti nos cinemas, zapeando o Netflix ou a TV atrás de filmes legais.
(Vale dizer que pro segundo semestre, estou com planos de um desafio de cinema (pra tentar me ”obrigar” a ir as telonas pelo menos uma vez ao mês). Vamos acompanhando a saga RISOS).

Legenda de Classificação
☆☆ – Bom, mas não assistiria de novo;
☆☆☆ – Bom;
☆☆☆☆ – Muito bom;
☆☆☆☆☆ – Já quero na coleção! ♥
(Todas as sinopses são pelo ‘Adoro Cinema’).

A Bela e A Fera (2017)

Sinopse: ‘Moradora de uma pequena aldeia francesa, Bela (Emma Watson) tem o pai capturado pela Fera (Dan Stevens) e decide entregar sua vida ao estranho ser em troca da liberdade dele. No castelo, ela conhece objetos mágicos e descobre que a Fera é, na verdade, um príncipe que precisa de amor para voltar à forma humana.’
Estrelinhas: ☆☆☆☆☆
O filme e o enredo: Esperei MUITO pelo live-action e realmente o longa correspondeu a todas as minhas expectativas.
A história é conhecida, mas preciso dar alguns high-lights sobre os detalhes técnicos.
Com uma produção IMPECÁVEL e repleto de magia, o filme fez jus a um dos desenhos animados mais queridinhos da minha geração.
Não preciso citar a trilha sonora e os figurinos, porque me deixou sem palavras tamanha beleza e delicadeza, além da fotografia que é linda e que conta com uma iluminação única.
O elenco: Emma Watson (‘Saga: Harry Potter’), como já era de se esperar, faz jus ao título de Bela, implementando alguns detalhes tão simbólicos, modernos e luxuosos a personagem e sua personalidade, que nos deixa sem ar. Tudo isso sem perder a graça e o encanto.
Além dela, destaque ao estrelado elenco: Stanley Tucci (AMO desde ‘O Diabo Veste Prada’), Ewan Mcgregor (‘A Ilha’), Emma Thompson (‘Pegando Fogo‘), Gugu Mbatha-Raw (‘Black Mirror’) e Ian McKellen (‘X-Men’), todos representando a mobília do castelo.
Como parte final do elenco, mais destaques a Luke Evans (‘Velozes e Furiosos 6’) e Josh Gad (‘Amor e Outras Drogas’), que estão ótimos em seus papéis e mandam super bem nas músicas.
As perdas pela falta de destaque no filme ficam por conta de Kevin Kline (‘A Escolha de Sofia’) e Dan Stevens (‘Caçada Mortal’) pelos respectivos Maurice e Fera.
Considerações finais: Achei o longa encantador! Que filme lindo esteticamente e cheio de nuances que misturam a delicadeza do antigo desenho a modernidade das novas tecnologias!
Vale SUPER a pena conferir.

O Bom Dinossauro (2015)

Sinopse: ‘Os dinossauros foram extintos após a colisão de um gigantesco asteróide com o planeta Terra. E se este evento não tivesse ocorrido? O filme parte desta premissa para trazer a história de dinossauros que ainda hoje controlam o planeta. E mostra a amizade de Arlo, um dinossauro adolescente, com um jovem menino humano, Spot.’
Estrelinhas: ☆☆☆
O filme e o enredo: Peguei o longa sem querer na TV e acabei me apaixonando pelos gráficos, mas, para por aí.
Achei o filme bem infantil, bem simples, de fácil entendimento, realmente creio que para atingir a um público com uma faixa etária BEM novinha.
Ainda assim, a lição de amor, liberdade e força é contada com emoção e vale a pipoca.
Considerações finais: Uma animação fofa, cheia de significado e que deve ser assistida pelas crianças, afim de despertar a compaixão e torcida pelos protagonistas.
Gráficos imperdíveis pra quem gosta de desenhos.

Fragmentado (2017)

Sinopse: ‘Kevin (James McAvoy) possui 23 personalidades distintas e consegue alterná-las quimicamente em seu organismo apenas com a força do pensamento. Um dia, ele sequestra três adolescentes que encontra em um estacionamento. Vivendo em cativeiro, elas passam a conhecer as diferentes facetas de Kevin e precisam encontrar algum meio de escapar.’
Estrelinhas: ☆☆☆
O filme e o enredo: Sou fissurada por M. Night Shyamalan, então, corri para o cinema para assistir seu longa. Como dizem, expectativa nem sempre é bom, e foi um pouco do que aconteceu com o filme para mim.
Mesmo com uma história muito consistente (característica clássica do diretor), esperei uma movimentação maior, mesmo na crescente final, mas ela passou tão sutilmente, que fiquei um pouco chocada e sem entender.
O longa conta com montagem e produção impecáveis e não deixa a desejar no quesito trilha e fotografia, mas não gostei muito do ritmo emplacado, acredito que isso atrapalhe o ‘grand finale‘.
O elenco: James McAvoy (‘X-Men – Primeira Classe’) está, com certeza, no melhor papel de sua carreira. Ele faz vale o filme todo, o ingresso, a pipoca, enfim, ele É o longa.
Anya Taylor-Joy que conhecemos em ‘A Bruxa’, mostra toda a sua classe dentro de uma trama tão tensa e, acredito eu, aparecerá muito depois do longa.
Considerações finais: Fã de Shyamalan que sou, posso afirmar que o longa não é sua melhor obra, simplesmente pelo ritmo lento, mas que não deixa a desejar no quesito produção e história, além da atuação de McAvoy que mostra REALMENTE a que veio.
Aos fãs do diretor, vale ressaltar o final CHEIO DE SAUDOSISMO do longa.
(Vamos falar sobre ISSO sem spoiler nos comentários?).

 A Garota No Trem (2016)

Sinopse: ‘Rachel (Emily Blunt), uma alcoólatra desempregada e deprimida, sofre pelo seu divórcio recente. Todas as manhãs ela viaja de trem de Ashbury a Londres, fantasiando sobre a vida de um jovem casal que vigia pela janela. Certo dia ela testemunha uma cena chocante e mais tarde descobre que a mulher está desaparecida. Inquieta, Rachel recorre a polícia e se vê completamente envolvida no mistério.’
Estrelinhas: ☆☆
O filme e o enredo: Eu esperei TANTO por esse filme, e ao assisti-lo veio a decepção.
A história é boa sim, tem potencial e tudo, mas entrega rápido demais o final. Fiquei triste ao entender a trama antes do meio do longa, perdendo o suspense, o drama e as tensões finais.
Ainda assim, tecnicamente a montagem é perfeita e a forma como a luz incide a cada pensamento da protagonista é genial.
O elenco: Emily Blunt (‘Sicário’) está em seu melhor papel. Como a dramática protagonista, sua dor é aflitiva e ao mesmo tempo desperta a empatia do telespectador.
Além dela, o longa conta com o novo queridinho dos cinemas, Luke Evas (‘A Bela e A Fera’) e Justin Theroux (‘The Leftovers’), mas os destaques são pro time feminino que segue com Haley Bennett (‘O Buraco’) e Rebecca Ferguson (‘Florence – Quem é Essa Mulher?’).
Fica aqui também minha indignação ao ver Lisa Kudrow em um papel tão pequeno ):
Considerações finais: Lamentável ver um longa com tanto potencial, se perder ao contar uma história que merece um véu mais firme de suspense para manter o interesse.
Vale pela atuação de Emily Blunt.

*

Vocês assistiram algo legal nesse mês que passou?
Compartilham das mesmas opiniões que eu sobre os filmes acima?
Me conta nos comentários!

beijos!♥

BirthdayGirl: Uma (tímida) wishlist!

Faltam alguns dias pro meu anivers e por isso resolvi listar os itens que eu SEMPRE to querendo comprar, mas que NUNCA (por um ou vários motivos) consigo.
Vai que o Duende do Aniversário tá inspirado, né?
(Obs: Queria aproveitar esse post pra indicar todas as lojinhas que coloquei nos links. De algumas já comprei e de outras, mesmo não tendo comprado, sei que são super bacanas e de produção pequena. Vamos incentivar mais esse tipo de comércio :))

Wishlist

Links
(Alguns sugeridos ♥)

Wear Ever – Moleton I
Wear Ever – Moleton II
T-Shirt Factory – Brusinha I
T-Shirt Factory – Brusinha II
T-Shirt Factory – Brusinha III
Botinha sim!
Bolsinha caramelo
Panelinha do amor
Tênizinho Petit
Quinquilharia I
Quinquilharia II
Quinquilharia III
O casaco da vida!

*

Também gostou de alguma coisinha?
Me conta nos comentários!

beijos ♥

Dica de Série: ‘Girlboss’♥

Contando a história da fundadora da marca ‘Nasty Gal’, Sophia Amoruso e baseada no best-seller homônimo, ‘Girlboss’ é a nova série da Netflix.girlboss-netflix-poster

 Em ‘Girlboss’ acompanhamos melhor o inicio da história de sucesso de uma marca que começou em São Francisco como uma ‘lojinha‘ no e-Bay e se tornou mundialmente conhecida, mostrando detalhes cômico-trágicos da vida da protagonista, representada BRILHANTEMENTE pela já conhecida, Britt Robertson (lembramos dela de ‘O Maior Amor do Mundo’).

A série tem VÁRIAS coisas legais que conquistam nossos coraçõezinhos.
Vale começar falando da super trilha sonora, que remete a uma vibe nova, mas cheia de referências antigas e da fotografia, que brinca com cores e luzes que fazem apaixonar.
Logo depois PRECISO citar as referências maravilhosas, já que se passa no ano de 2006, onde muita coisa estava acelerando e mudando, especialmente no âmbito dos jovens adultos.
Por fim, não posso deixar passar os atores bacanas em papéis menores.
Tem Ru Paul -desmontado sim- e Dean Norris (que amamos desde de ‘Breaking Bad’).
Além de novos rostos como a incrível Ellie Reed e o novo (mas que já tem um currículo em papéis pequenos), Johnny Simmons (‘A Garota Infernal’).

Muito além disso, o que achei de mais legal na série, além de acompanhar o amadurecimento de Sophia, foi o fato de mostrar o lado do declínio que antevem o sucesso. Além de explorar o lado mágico do empreendedorismo, a série também traz o questionamento da lei do esforço e do merecimento.

Eu assisti a temporada toda bem rapidinho e adorei o humor leve, mesmo com todos os momentos aflitivos em que não sabemos como a detestável, mas também amada (me lembrou um pouco Hannah (Lena Dunham) em ‘Girls’), protagonista vai se sair.
Indico super a série pra todo mundo que ama moda, ama essa vibe cheia de frescor e de momentos de decisões quando ainda se é novo.

High-light 1: para a cena da escolha do nome da marca. MUITO AMOR.
High-light 2: para Sophia assistindo ‘The O.C’. SÉRIO ♥

*

Se eu ainda não consegui te convencer, deixo aqui o trailer pra ver se a Netflix te convence :)

Se você já assistiu ou ficou com vontade de assistir, me conta nos comentários!
Vamos conversar!
beijos ♥

Lidos: Os livros de Abril! ♥

Aqui você fica sabendo tudo o que achei dos livros que li no mês que acabou de acabar.
Se você tem algum livro legal pra me indicar, não esquece que dá pra comentar!

PicMonkey Collage

As Parceiras – Lya Luft
Editora:
Record
Sinopse:
‘Em ‘As Parceiras’ somos apresentados à Anelise, vida à beira do caos, que procura no passado as razões para seu infortúnio. Ao passar das páginas, ela encontra a coragem para enfrentar os fantasmas que a perseguem: a avó Catarina – obrigada a casar aos 14 anos com um homem violento; a tia Beata – uma viúva virgem, marcada pela tragédia; a tia anã – figura grotesca que marca sua infância; a amiga Adélia – ausência para sempre sentida; a irmã Vânia – seu oposto completo, forte e decidida, mas com um estranho segredo. O clima sufocante dessa narrativa opera uma estranha hipnose sobre o leitor, uma sedução que o apanha de surpresa, o levando para uma dimensão torturada. Um universo com temáticas perigosas, como conturbadas relações familiares, traumas da infância e suas sequelas na vida adulta. ‘A vida é maravilhosa, mesmo quando dolorida. Eu gostaria que na correria da época atual a gente pudesse se permitir, criar, uma pequena ilha de contemplação, de autocontemplação, de onde se pudesse ver melhor todas as coisas: com mais generosidade, mais otimismo, mais respeito, mais silêncio, mais prazer’, argumenta a escritora em uma de suas entrevistas.’
O que eu achei: 
Lya Luft é uma autora incrível.
A forma como descreve cada sentimento dos personagens de ‘As Parceiras’ tem o tom certo e afogam ao leitor com a veracidade de cada um.
Surpreende a quem nunca leu uma de suas obras (meu caso), o fato da autora colocar em palavras situações cotidianas com sutileza, mas intensidade real.
Fique satisfeita com a trama, embora seja um livro que me conquistou muito mais pela escrita.

Proibido – Tabitha Suzuma
Editora:
Valentina LTDA
Sinopse:
‘Ela é doce, sensível e extremamente sofrida: tem dezesseis anos, mas a maturidade de uma mulher marcada pelas provações e privações da pobreza, o pulso forte e a têmpera de quem cria os irmãos menores como filhos há anos, e só uma pessoa conhece a mágoa e a abnegação que se escondem por trás de seus tristes olhos azuis.
Ele é brilhante, generoso e altamente responsável: tem dezessete anos, mas a fibra e o senso de dever de um pai de família, lutando contra tudo e contra todos para mantê-la unida, e só uma pessoa conhece a grandeza e a força de caráter que se escondem por trás daqueles intensos olhos verdes.
Eles são irmão e irmã.
Com extrema sutileza psicológica e sensibilidade poética, cenas de inesquecível beleza visual e diálogos de porte dramatúrgico, Suzuma tece uma tapeçaria visceralmente humana, fazendo pouco a pouco aflorar dos fios simples do quotidiano um assombroso mito eterno em toda a sua riqueza, mistério e profundidade.’
O que eu achei:
Quem me falou desse livro foi a Fran, do ‘Caçadoras de Spoilers’ e, ao acabar ‘Proibido’ percebi que estava triste.
O livro é denso, com uma história realmente penosa, que traz pra leitor a aflição dos personagens com muita clareza. Remete ao peito de quem lê a dor de ser um deles, dentro de toda aquela trama.
Apesar de não gostar muito do tema central, me peguei o tempo todo moralmente dividida, o que também é um mérito da autora e da boa colocação das dúvidas dos personagens principais.
Bem ambientado e com uma reviravolta quase ‘pré-anunciada’, o livro, apesar de doloroso, é bem escrito e termina bem coerente.

Depois Daquela Montanha – Charles Matin
Editora:
Arqueiro
Sinopse:
‘O Dr. Ben Payne acordou na neve. Flocos sobre os cílios. Vento cortante na pele. Dor aguda nas costelas toda vez que respirava fundo. Teve flashes do que havia acontecido. Luzes piscavam no painel do avião. Ele estava conversando com o piloto. O piloto. Ataque cardíaco, sem dúvida. Mas havia uma mulher também – Ashley, ele se lembra. Encontrou-a. Ombro deslocado. Perna quebrada. Agora eles estão sozinhos, isolados a quase 3.500 metros de altitude, numa extensa área de floresta coberta por quilômetros de neve. Como sair dali e, ainda mais complicado, como tirar Ashley daquele lugar sem agravar seu estado? À medida que os dias passam, porém, vai ficando claro que, se Ben cuida das feridas físicas de Ashley, é ela quem revigora o coração dele. Cada vez mais um se torna o grande apoio e a maior motivação do outro. E, se há dúvidas de que possam sobreviver, uma certeza eles têm: nada jamais será igual em suas vidas. Publicado em mais de dez países, Depois daquela montanha chegará às telas de cinema em 2017, com Kate Winslet (de Titanic) e Idris Elba (de Mandela) escalados para os papéis principais de uma história que vai reafirmar sua crença na vida e no poder do amor.’
O que eu achei: 
Comecei a ler ‘Depois Daquela Montanha’, por conta dos rumores de um longa (que vem sendo filmado) inspirado no livro e acabou que a obra se tornou um dos melhores livros de 2017 até agora.
Com uma história simples, mas que vai desenrolando, aos poucos, desdobramentos inacreditáveis, o livro tem personagens cativantes e uma história de superação que, apesar de no final se mostrar um pouco clichê, traz em si muitos momentos de reflexão ao leitor sem entendiar.
A forma como foi escrito e a densidade de cada cena descrita, me proporcionou uma sensação de imersão incrível, que um livro há muito não conseguia.

A Lista Negra – Jennifer Brown
Editora:
Gutemberg – Brasil
Sinopse:
‘Lançado no Brasil pela Editora Gutenberg, a obra Jennifer Brown é uma ficção que mergulha no mundo juvenil repleto por situações marcadas pelo bullying, preconceito e rejeição.
Essa é a história de Val e Nick. Eles são dois adolescentes que se conhecem no primeiro ano do ensino médio e se identificam de imediato. Val convive com pais ausentes, que brigam o tempo todo e só criticam suas roupas e atitudes. Nick tem uma mãe divorciada que vive em bares atrás de novos namorados. Os dois são alvo de bullying por parte de seus colegas do Colégio Garvin. Nick apanha dos atletas e Val sofre com os apelidos dados pelas meninas bonitas e populares. Ambos compartilham suas angústias num caderno com o nome de todos e tudo que odeiam, criando um oásis, um local de fuga, um momento de desabafo, pelo menos para Val. Já Nick não encara a lista e os comentários como uma simples piada. Há alguns meses, ele abriu fogo contra vários alunos na cantina da escola. Atingida ao tentar detê-lo, Valerie também acaba salvando a vida de uma co¬lega que a maltratava, mas é responsabilizada pela tragédia por causa da lista que ajudou a criar. A lista das pessoas e das coisas que ela e Nick odiavam. A lista que ele usou para escolher seus alvos.’
O que eu achei: 
Depois de ver ESSE VÍDEO, ao procurar algumas referências pra assistir ou não ’13 Reasons Why’, fiquei curiosa pela história de ‘A Lista Negra’ e por isso, entrei de cabeça no livro.
Com uma trama tensa, contada de uma forma bem diferente e mesmo assim confortavel, achei o livro bem escrito e super bem montado.
É certo que ajuda muito contarmos com personagens super bem descritos e com a forma delicada, mas ao mesmo tempo profunda, que a autora escolheu pra contar cada uma das histórias, se apropriando tão bem do universo juvenil e todas as suas dificuldades.
Preciso citar a relação familiar da protagonista: que história bem construida! O fato dela ter problemas tão velados dentro de casa, traz um outro prisma, uma forma sutil e quase oculta de reportar o quão tóxicas podem ser algumas relações, mesmo que delas não surjam abusos mais graves.
Por fim, achei o livro super indicado pro público mais juvenil. Ele não glamouriza a violência, nem trata com descaso suas consequências, mostrando de vários pontos de vista diferentes, o impacto que ela pode ter.

Eleanor & Park – Rainbow Rowell
Editora:
Novo Século
Sinopse:
‘Os personagens que dão título ao livro são dois jovens vizinhos de dezesseis anos. Park, descendente de coreanos e apaixonado por música e quadrinhos, não chega exatamente a ser popular, mas consegue não ser incomodado pelos colegas de escola. Eleanor, ruiva, sempre vestida com roupas estranhas e “grande” (ela pensa em si própria como gorda), é a filha mais velha de uma problemática família. Os dois se encontram no ônibus escolar todos os dias. Apesar de uma certa relutância no início, começam a conversar, enquanto dividem os quadrinhos de X-Men e Watchmen. E nem a tiração de sarro dos amigos e a desaprovação da família impede que Eleanor e Park se apaixonem, ao som de The Cure e Smiths. Esta é uma história sobre o primeiro amor, sobre como ele é invariavelmente intenso e quase sempre fadado a quebrar corações. Um amor que faz você se sentir desesperado e esperançoso ao mesmo tempo.’
O que eu achei: 
Esperava mais do tão bem falado livro.
Apesar de me despertar empatia, os protagonistas não são muito carismáticos, o que acho que faz a história ficar mais pesada.
Amei a ambientação anos 80 e as referências musicais, mas acho que o livro vale mesmo pelos modelos de problematização que enxergamos em vários personagens da trama, mas não evolui muito porque se torna repetitiva.

*

Se você já leu algum desses livros ou ficou com vontade de ler, me conta nos comentários!
Vamos falar sobre eles!

Não esquece de me adicionar no ‘GoodReads’ (é só me procurar como ‘Vera Tripari’), meu vício mais recente! ♥

beijos