5+1 bandas CHEIAS de GIRL POWER!

Se engana quem discursa que o GIRL POWER só está presente na música dentro do pop/R&B. Logo, esse post vem pra provar justamente o contrário isso.
Listei 5+1 bandas CHEIAS de GIRL POWER, na atitude, nos vocais e nas letras, pra mostrar pra todo mundo que desde que o mundo é mundo, as minas já mandam bem na liderança de bandas que se replicam no universo masculino.

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O ‘Blondie’ foi inspiração pra gente como Madonna e abriu shows dos Ramones.
Deborah Harry não apenas fundou a banda, como foi a inspiração pro nome escolhido pelos integrantes.
Maior hit que você respeita: ‘One Way Or Another’

O ‘Paramore’ foi mais uma banda que tem a vocalista, Hayley Williams em sua fundação.
O ‘pé-na-porta’ do machismo ficou ainda mais evidente no lançamento de ‘RIOT’, o segundo álbum da banda que homenageia, com esse título, o movimento de fanzines, festivais e bandas de hardcore punk rock e feminismo.
Maior hit que você respeita: ‘Misery Bussiness’

De todas as bandas que eu vou citar nesse post, ‘Roxette’ é provavelmente a mais pop de todas, mas ainda assim, tem um poder imenso.
Por ser sueca, por ter estourado no fim da década de 80, por ter se mantido tanto tempo nos TOP Hits da Billboard, enfim, por ter construído uma sólida carreira com Marie Fredriksson no comando.
Maior hit que você respeita: ‘Listen To Your Heart’

Dispensa comentários: O ‘No Doubt’ é a banda mais GRL PWR do cenário rock nos anos 90, trouxe pras nossas vidas Gwen Stefani, chuva de sucessos (das que a gente canta pra pular ou pra sofrer) e toda a força de uma linha de minas poderosas que viram depois.
Maior hit que você respeita: ‘Don’t Speak’

O que dizer de ‘Garbage’ e sua Shirley Manson?
Mais uma banda repleta de hits, cheia de personalidade, muito usada como inspiração para essa ‘libertação’ grandiosa que aconteceu no começo dos anos 90.
Maior hit que você respeita: ‘I Think I’m Paranoid’

A musa brasileira, baiana, filha de roqueiro, chegou ao mundo da música com a banda que leva seu nome, trazendo um rock cheio de letras fortes e com uma pegada diferente de tudo o que já havia sido feito aqui, especialmente por mulheres. No meio de um furacão da geração pop, Pitty, trouxe questionamentos e batidas pesadas com letras incríveis pro cenário.
Maior hit que você respeita: ‘Máscara’


Vocês conhecem alguma banda de GLR PWR que faltou aparecer por aqui?!
Me conta nos comentários!
Beijos ♥

4+1 livros que vou ler em 2017 (ou no final de 2016)!

A realidade é uma só: novembro foi uma loucura.
Milhares de coisas aconteceram e todo o meu tempo livre escapou pelos meus dedos no meio de festas, trabalho e séries de noites mal dormidas.
Logo, quantos livros li esse mês?!
Nenhum.
Isso mesmo: Zero.
Tentei começar um terror de Stephen King, mas me senti pesada e larguei pela metade do primeiro conto enjoada.

Como eu gosto MESMO de falar de livros aqui, separei pra vocês os meus próximos 4+1 livros que vou ler em 2017 (ou no final de 2016).
(Se você tem algum livro pra me indicar, alguma coisa bem legal e levinha pra eu colocar nessa lista, não esquece de deixar nos comentários ♥).

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As Gêmeas do Gelo (S.K. Tremayne)
Editora: Bertrand Brasil
Sinopse: ‘Um ano depois de Lydia, uma de suas filhas gêmeas idênticas, morrer em um acidente, Angus e Sarah Moorcroft se mudam para a pequena ilha escocesa que Angus herdou da avó, na esperança de conseguirem juntar os pedaços de suas vidas destroçadas. Mas quando sua filha sobrevivente, Kirstie, afirma que eles estão confundindo a sua identidade — que ela é, na verdade, Lydia — o mundo deles desaba mais uma vez. Quando uma violenta tempestade deixa Sarah e Kirstie (ou será Lydia?) confinadas naquela ilha, a mãe é torturada pelo passado — o que realmente aconteceu naquele dia fatídico, em que uma de suas filhas morreu?’

A Garota no Trem (Paula Hawkins)
Editora: Record
 Sinopse: ‘Todas as manhãs Rachel pega o trem das 8h04 de Ashbury para Londres. O arrastar trepidante pelos trilhos faz parte de sua rotina. O percurso, que ela conhece de cor, é um hipnotizante passeio de galpões, caixas d’água, pontes e aconchegantes casas. Em determinado trecho, o trem para no sinal vermelho. E é de lá que Rachel observa diariamente a casa de número 15. Obcecada com seus belos habitantes – a quem chama de Jess e Jason –, Rachel é capaz de descrever o que imagina ser a vida perfeita do jovem casal. Até testemunhar uma cena chocante, segundos antes de o trem dar um solavanco e seguir viagem. Poucos dias depois, ela descobre que Jess – na verdade Megan – está desaparecida.
Sem conseguir se manter alheia à situação, ela vai à polícia e conta o que viu. E acaba não só participando diretamente do desenrolar dos acontecimentos, mas também da vida de todos os envolvidos.
Uma narrativa extremamente inteligente e repleta de reviravoltas, A garota no trem é um thriller digno de Hitchcock a ser compulsivamente devorado.’

Deuses Americanos (Neil Gaiman)
Editora: Intrinseca
Sinopse: ‘Nesta nova edição, preferida do autor, o leitor encontrará capítulos revistos e ampliados, artigos, uma entrevista com Gaiman e um inspirado texto de introdução. A saga de Deuses americanos é contada ao longo da jornada de Shadow Moon, um ex-presidiário de trinta e poucos anos que acabou de ser libertado e cujo único objetivo é voltar para casa e para a esposa, Laura. Os planos de Shadow se transformam em poeira quando ele descobre que Laura morreu em um acidente de carro. Sem lar, sem emprego e sem rumo, ele conhece Wednesday, um homem de olhar enigmático que está sempre com um sorriso no rosto, embora pareça nunca achar graça de nada. Depois de apostas, brigas e um pouco de hidromel, Shadow aceita trabalhar para Wednesday e embarca em uma viagem tumultuada e reveladora por cidades inusitadas dos Estados Unidos, um país tão estranho para Shadow quanto para Gaiman. É nesses encontros e desencontros que o protagonista se depara com os deuses — os antigos (que chegaram ao Novo Mundo junto dos imigrantes) e os modernos (o dinheiro, a televisão, a tecnologia, as drogas) —, que estão se preparando para uma guerra que ninguém viu, mas que já começou. O motivo? O poder de não ser esquecido.’

Belo Desastre (Jamie McGuire)
Editora: Verus
Sinopse: ‘A nova Abby Abernathy é uma boa garota. Ela não bebe nem fala palavrão, e tem a quantidade apropriada de cardigãs no guarda-roupa. Abby acredita que seu passado sombrio está bem distante, mas, quando se muda para uma nova cidade com America, sua melhor amiga, para cursar a faculdade, seu recomeço é rapidamente ameaçado pelo bad boy da universidade.
Travis Maddox, com seu abdômen definido e seus braços tatuados, é exatamente o que Abby precisa – e deseja – evitar. Ele passa as noites ganhando dinheiro em um clube da luta e os dias seduzindo as garotas da faculdade. Intrigado com a resistência de Abby ao seu charme, Travis a atrai com uma aposta. Se ele perder, terá que ficar sem sexo por um mês. Se ela perder, deverá morar no apartamento de Travis pelo mesmo período. Qualquer que seja o resultado da aposta, Travis nem imagina que finalmente encontrou uma adversária à altura.’

Romances Modernos (Aziz Ansari)
Editora: Paralela
Sinopse: ‘Durante anos, a comédia stand-up de Aziz Ansari tem discutido os romances modernos. Mas em Romance Moderno, o livro, ele decidiu levar o assunto a outro nível. Ele se juntou ao sociólogo Eric Klinenberg, da Universidade de Nova York, para desenvolver um projeto de pesquisa que se estendeu de Tóquio a Buenos Aires, passando por Paris, Doha, e Wichita. Eles analisaram dados comportamentais e fizeram extensas entrevistas com centenas de pessoas. Criaram um fórum no site Reddit, onde conseguiram milhares de respostas. Contaram com auxílio dos mais renomados pesquisadores sociais. O resultado é um livro único, em que o humor irreverente de Aziz é veículo para pesquisas sociais inovadoras, para um tour do nosso universo romântico como nunca antes visto.’

*

Gostaram da lista?
Mudariam alguma coisa?!
Vamos conversar!

beijos♥

Dica de Série: ‘Black Mirror’♥

Claro que assim que a interwebs ficou em polvorosa com a estréia da terceira temporada de ‘Black Mirror’, desta vez produzida e lançada pelo Netflix, fui correndo pra frente da tela mais próxima saber do que se tratava e migos, QUE SÉRIE!

Deixando claro, logo nesse início de post que, nada que eu diga poderá definir a série e te convencer VEEMENTEMENTE a ir assisti-la, vale a tentativa de te fazer pelo menos TENTAR.

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Criada por Charlie Brooker, ‘Black Mirror’, traz a tona a relação de um futuro próximo entre a tecnologia, a sociedade e, na maioria das vezes, a ética.
Dividida em 3 temporadas, a série tem em cada episódio uma história TOTALMENTE INDEPENDENTE da outra (inclusive se tratando de elenco),e em cada uma, aborda toda essa correlação, especialmente o impacto de cada interação moderna no andamento da história de cada um dos personagens.
Com roteiros, textos e histórias chocantes e reflexivas, ‘Black Mirror’ hoje é, na minha opinião, uma das melhores séries da atualidade.

Pra deixar a genialidade da série ainda mais clara, fiz um apanhado (por temporada) de cada um dos episódios (SEM SPOILERS!), contando o que achei e classificando o nível de impacto pessoal de cada um.

Temporada 1 (2011)
picmonkey-collage1Ep. 1 – ‘The National Anthem’
Por ser o primeiro episódio da série, tem mesmo a carga necessária para chocar.
Me deixou totalmente desnorteada (vocês vão ler muito isso!) e pensativa quanto ao tema principal: até onde você iria pra proteger alguém?

Ep. 2 – ‘Fifteen Million Merits’
Impressiona pela semelhança ZERO com o primeiro episódio.
O tema é outro, a abordagem é outra e o questionamento também muda.
Achei super importante para o tempo que vivemos.

Ep. 3 – ‘The Entire History of You’
Meu episódio favorito na temporada, por abordar algo muito próximo a nossa realidade.
Vale pelas atuações incríveis e pela história que se desenrola com aquela identificação pessoal, por ser algo que vivemos no nosso dia a dia.

Temporada 2 (2013)
picmonkey-collage2Ep. 1 – ‘Be Right Back’
Possivelmente meu episódio favorito em toda a série, que mais uma vez, aborda as relações interpessoais e a superação humana, questionando se a tecnologia é sua aliada.
Além disso, ainda conta com grandes atores estrelando o episódio: Domhnall Gleeson (‘Questão de Tempo’) e Hayley Atwell (‘Agente Carter’).

Ep. 2 – ‘White Bear’
Com um plow-twist impressionante no final, o episódio não é o melhor, mas é o que mais surpreende em questão de qualidade.
Começa violento e tenso, e termina com grandes questionamentos em aberto e um tom amargo na boca do espectador.

Ep. 3 – ‘The Waldo Moment’
Mesmo considerando a atual situação do mundo, e entendendo o quão contemporâneo e importante o tema central do episódio é, achei o mais fraco de toda a série.
Tive a sensação que ele demora a engatar no objetivo principal.

Especial Natal
Ep. 4 – ‘White Christmas’
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O episódio especial de Natal, estrelado por Jon Hamm (‘Mad Man’), tem pouco mais de uma hora de duração e entrelaça um pouco de tudo o que a série já mostrou até esse ponto: o uso da tecnologia, a conflitante relação entre quem são e em quem se refazem para se adaptarmos a ela, o quão influenciáveis e vulneráveis podem se sentir sem as relações interpessoais e as interações com outras pessoas de verdade, enfim…
Toda essa gama de assuntos e temas éticos, pessoais, morais e tecnológicos, com maestria e desenvoltura para um fechamento digno desta segunda temporada.

Temporada 3 (2016)
picmonkey-collage3Ep. 1 – ‘Nosedive’
O conceito simples de uma vida baseada em créditos dados via redes sociais, reflete no que estamos vivendo hoje e no que isso pode se tornar.

Ep. 2 – ‘Playtest’
Mais um conceito simples com base na tecnologia e arrependimento, colocando em foco a relação da humanidade com os caminhos alternativos da falta de limite.

Ep. 3 – ‘Shut Up and Dance’
O episódio mais impactante de toda a série, mostra um prisma diferente de uma história que já vimos, com o senso de justiça do espectador totalmente colocado em cheque.

Ep. 4 – ‘San Junipero’
Leve e bonito, um jeito inusitado de falar de morte, de experimentos e dos impactos de tudo isso numa vida do futuro próximo.

Ep. 5 – ‘Men Against Fire’
Mais um episódio com um tema atual MUITO bem trabalhado, além de uma produção épica (digna de blockbuster).

Ep. 6 – ‘Hated in the Nation’
Na minha opinião, um episódio fraco para final de uma temporada tão densa e recheada de possibilidades e histórias. Ainda assim, mais uma vez, um tema contemporaneo e cheio de questionamentos sobre a interação humana com a tecnologia e o papel da ética e moral nela.

*

A série é real, provocadora e cheia de nuances que te levam do estado nervoso ao sereno em poucos minutos.
Não é sobre finais felizes e ainda deixa os espectador com a sensação terrível de que ninguém está a salvo. Um aviso mesmo.
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Depois que você assistir TUDO, me conta aqui nos comentários (ou se você já assistiu, FALA COMIGO SOBRE ELA! Estou PIRADÍSSIMA!).
Se eu te convenci muito e você se interessou pela série, te aconselho também a ler ESSA entrevista com o criador de ‘Black Mirror’, Charlie Brooker pra saber mais do que ele imagina sobre a série.

Vamos falar sobre!
Beijos♥

TAG: Perguntas Aleatórias!

Fui indicada pra responder essa TAG pelo Felipe, do ‘Rezenhando’, e como faz tempo que não aparece um post assim por aqui, achei legal colocar nela minhas opiniões.
A regra é simples: responder e depois indicar alguns blogueyros migos pra responde-la também.

1- Na sinceridade, você acha que dinheiro é mais importante que amor ?
Não sei quem responde que sim pra essa pergunta, gente.
É óbvio que não. Nada é maior que o amor.

2- Você ganhou um ingresso pra ir em qualquer show que você quiser,de quem seria?
São tantos que passaria o post inteiro respondendo só essa pergunta, mas vou começar com os dois últimos artistas que estiveram no Brasil e eu não consegui ir: Coldplay e Ed Sheeran. Por último, uma banda IMPOSSÍVEL de vir pra cá: Emarosa (com Jonny Craig no vocal).

3- O que pesaria mais na sua consciência: a mentira ou a traição?
A mentira. A mentira sempre pesa mais em qualquer situação.

4- Qual a pessoa mais importante de sua vida?
Que difícil essa, né?

5- Tem uma amizade de infância que dura até hoje?
Minhas melhores amigas da vida são todas da infância. Conheço as 3 a mais tempo que metade da minha vida inteira.

6- Se não pudesse mais morar no Brasil, em qual país gostaria de viver?
Acho que em qualquer lugar da Europa, só pra poder viajar bastante pros outros países que são pertinhos ♥

7- O que você nunca perdoaria?
Eu nunca digo nunca.

8- Se tivesse uma filha menina que nome daria? E a um menino?
Eu gostaria de colocar Maria e Bernardo. Mas com certeza daqui ha algum tempo mudo de ideia RISOS.

9- Qual a coisa mais louca que você já fez por dinheiro?
Trabalhar 12 horas seguidas.

10- Quais são suas principais metas na vida?
A principal é ter uma vida confortável e junto com isso, conseguir conquistar algumas coisas profissionalmente e pessoalmente.

*

Vou indicar 3 migas pra responder a TAG:
Mari do ‘Mulher Pequena’;
Nay do ‘Sorrir Para Encantar’;
Fiama do ‘Hello!’
Mas é claro que quem mais quiser responder, está SUPER convidadx.

beijos♥

Todas as minhas impressões sobre: ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam’

Na última sexta-feira, fui correndo pro cinema assistir o novo longa, spin-off da franquia (mais amada do mundo) ‘Harry Potter’, de J.K. Rowling, ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam’.

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Assim que vi que o spin-off sairia, confesso que fiquei com aquele frio na barriga, afinal, toda a franquia ‘Harry Potter‘ fez parte na minha criação de conduta e caráter, logo, as chances de tudo ir por água abaixo eram grandes. PORÉM, fico feliz em dizer: LEDO ENGANO.

O longa, que também é inspirado em um livro-guia de J.K., conta a história de Newt Scamander (Eddie Redmayne), um bruxo que viaja coletando animais fantásticos, para protege-los da extinção.
Logo, Newt vai parar em Nova York, um lugar onde a proteção do mundo mágico é muito valorizada. Lá ele precisa reencontrar, não apenas animais que escapam de sua maleta, mas outros valores e tem seu caminho interpelado por uma história muito mais sombria e cheia de mistérios, do que jamais imaginou.

Vale começar a falar do filme com uma salva de palmas especial para o diretor, David Yates. Ele, que já havia dirigido os quatro últimos filmes da franquia Potter, sabe muito bem como contar a história, deixando ela amarradinha e bem explicada, mas ainda assim com alguns mistérios que aguçam nossa vontade de assistir mais e mais.
Também vale falar da produção (e que produção!). Os efeitos são impecáveis! O longa é super bem ambientado e tem um figurino incrível! Além de trazer a força da história,  ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam’ traz aquela viagem, aquele desejo de estar naquela história e aquela atmosfera de fantasia.

O filme conta com um elenco de dar inveja.
Além do protagonista, Eddie Redmayne (‘A Garota Dinamarquesa’), que já provou sua grandeza nas telonas, e no longa, traz um frescor natural ao protagonista, se enfileiram mais renomados atores: Colin Farrell, que amamos desde ‘Por Um Fio’ e que está REALMENTE bonito mais velho, Samantha Morton (‘A Ameaça’), Alison Sudol (‘Transparent’) e Katherine Waterston (‘Steve Jobs’), na minha opinião, a atriz mais fraca do longa.
Destaques importantes para o novo queridinho dos cinemas, futuro ‘Flash’ e maravilhoso desde ‘Precisamos Falar Sobre Kevin’, Ezra Miller e para Dan Fogler (‘The Good Wife’), que cumpre com maestria o papel, na minha opinião, mais difícil do longa.
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Com um discurso ressaltando a beleza das diferenças, retratando um emponderamento, a força do bem e contando uma história interessante e cheia de aventuras, ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam’, cumpre bem o papel que lhe foi entregue, como primeiro de cinco filmes no universo bruxo de J.K. Rowling.

*

Você já assistiu ao longa? Ficou com vontade?!
Me conta tudo nos comentários!
Vamos falar!

beijos♥

Meus 6+1 momentos favoritos de ‘Gilmore Girls’ (e por que você deve assistir ‘Gilmore Girls: A year in the life’

Eu sei que já fiz um post bem lindo e completo sobre como ‘Gilmore Girls’ nos representou, mas é CLARO que em comemoração a estréia do próximo dia 25 de novembro, pela Netflix, de ‘Gilmore Girls: A year in the life’, bolei um post especial e mágico com meus 6+1 momentos favoritos da série.

picmonkey-collage1-eita que lindas!♥-

O discurso de Rory  
Temporada: 3 / Episódio: 22
Claro que esse momento apareceria aqui! Ao se formar em Chilton, Rory conseguiu nos dar o prazer de discursar com sutileza e emoção.
Dedicando cada palavra e mostrando no quanto se inspirou na mãe, Rory deu ali um passo importante para o andamento da série: seu ganho de maturidade da saída da infantilidade para a adolescência.

A maratona de dança
Temporada: 3 / Episódio: 07
Nesse episódio MUITA coisa se movimenta na série.
De plano de fundo, Lorelai e Luke começam a dar sinais REAIS E CONCRETOS de um possível romance (que só engataria pra valer algumas temporadas depois) e, estrelando a trama (além de uma maratona de dança MARAVILHOSA), temos a primeira dissolução de Dean e Rory, pelo envolvimento dela com Jess.
Gosto desse episódio especialmente pela virada que ele proporciona, assim, de surpresa, no meio da temporada.

Apenas garotas Gilmore
Temporada: 7 / Episódio: 17
No episódio em que Emily, Lorelari e Rory viajam para o casamento de Mia, mais uma movimentação (dessa vez de ‘encerramento’) acontece na série.
É nesta viagem que a compreensão de todos, inclusive Emily (fato inédito!) se expande e, especialmente entre ela e Lorelai, fica mais claro o porque da relação sempre ‘em suspenso’.
Consegui nele ver o amor entre elas e entender mais da profundidade da série.

Spring Break
Temporada: 4 / Episódio: 17
É em ‘Girls In Bikinis, Boys Doin’ The Twist’ que Rory e Paris descobrem mais sobre a dinâmica da amizade das duas.
Além disso, Dean volta ao jogo, movimentando a vida de Rory, assim como Jason movimenta a vida de Lorelai, entregando as chaves do seu apartamento.
Ainda assim, Lorelai tira Luke da cadeia e mais um tijolo é colocado na construção da história dos dois.

‘U jump…’
Temporada: 5 / Episódio: 07
Preciso dizer que, de todos os namorados de Rory, sempre fui #TeamLogan.
Mesmo se mostrando controlador em MUITAS situações, acho que ele foi o mais maduro e honesto com ela.
Exemplo disso é a clássica cena (e uma das minhas favoritas de todos os tempos em séries!), em que eles pulam da construção em um evento ‘Life and Death Brigade’.

Lorelai também se forma!
Temporada: 2 / Episódio: 21
Esse episódio é um dos meus favoritos, simplesmente porque tira as protagonistas de suas zonas de conforto.
Tanto para Emily e Lorelai, que apresentam um lado de sua relação mãe e filha que não conhecíamos, quanto para Rory, que mostra um lado mais infantil e inconsequente, também ainda não visto na série.

Bafão no high-society
Temporada: 5 / Episódio: 13
Claro que, sendo um casal da alta sociedade, Richard e Emily (junto com Cristopher) nos proporcionam toda a carga de drama/escândalos da série, e em sua renovação de votos, não poderia ser diferente.
É neste episódio que Emily força Lorelai a voltar a se envolver com seu ex, que Rory se declara a Logan e que ambas mães e filhas discutem, mais uma vez sobre escolhas, refletido por três gerações de ideias e ideais diferentes.

Eu poderia ficar HORAS, posts e mais posts listando o porque AMO Gilmore Girls’ e porque acho que esse revival vai trazer todo esse pacote, com um frescor atual ainda melhor!

A série conta com MUITAS referências incríveis, de livros, músicas e filmes, coisas boas mesmo.
Ainda traz mensagens, por trás de cada um dos dramas, cheias de esperança e histórias que vivemos no dia-a-dia, com pessoas que conhecemos.
As lições de amizade deixadas por personagens como Sookie (Melissa Mccarthy), Paris Geller (Liza Weil) e Lane Kim (Keiko Agena), de como podemos viver coisas incríveis mesmo que elas não sejam para sempre deixadas por Dean (Jared Padalecki), Jess (Milo Ventimiglia), Max (Scott Cohen) e tantos outros amores que passaram na vida das Gilmore, e de união, demonstrada o tempo todo por mãe e filha, e também pela cidade.

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-continuam plenas, né mores?-

~*~

Se você está morrendo de ansiedade como eu, não esquece de comentar aqui embaixo seu episódio favorito e que personagem mal pode esperar pra ver nesse revival!
Vamos conversar!

beijos♥

Aleatoriedades! #10

Warning: Esse é um post completamente aleatório cheio de pensamentos malucos em uma sequência nada ordenada. Porque sim.
(se vocês curtem esse tipo de post, não esquece me falar aqui embaixo, nos comentários).

Todo final de ano é essa loucura/correria, né?!
Só eu me sinto presa num looping de: ‘tenho-coisas-pra-fazer’ X ‘não-tenho-tempo-pra-nada’?
Ando não conseguindo ler nada. De novo.
Fico com a cabeça tão cheia, que não entra nada de história nova. Além disso, tem sido difícil encontrar um livro que verdadeiramente distraia, sem ser pesado/violento.
Que de bom pra desanuviar vocês tem pra me indicar nesse campo?

Palavras aleatórias que tenho gostado de aplicar em seu sentido gramatical na minha linguagem diária:
-ordinário
-praticamente

Ando viciada em pipoca doce, dessas novas, de saco, bem práticas e nada saudáveis.
Em contra partida aprendi que crepioca combina com (quase) tudo.
Coerência: não trabalhamos.

Dos links interessantes dos últimos tempos das últimas semanas:
-Esse blog: ‘Comida Invisível’
-Esse projeto: ‘Dora’, Bianca Pinheiro
-Esse podcast: ‘Um Milkshake Chamado Wanda’
-Essa ansiedade: ‘Gilmore Girls – a year in life’

9+1 músicas que fazem parte da minha vida.

Esse post é totalmente aleatório, só porque achei de SUMA IMPORTÂNCIA listar as 9+1 músicas que fazem parte da minha vida.

‘In My Place’- Coldplay

‘Counting Stars’ – One Republic

‘Change Your Mind’ – Boyce Avenue

‘Never Let Me Go’ – Florence and The Machine

‘Vapor Barato’ – O Rappa

 ‘Breath Me’ – Sia

‘Wildest Moments’ – Jessie Ware

‘Lama’ – Luxúria

‘Things We Lost On Fire’ – Bastille

‘Comin’ Home’ – City and Colour

~*~

Me conta nos comentários quais são as músicas da SUA vida e, se quiser saber mais do meu gosto musical, me segue no Spotify

beijos

(TW) Não foi minha culpa.

(TW)

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Ficava ali, do lado da nossa foto, aquele primeiro bilhetinho que cê me deu. Tá lembrado? Você escreveu que não sabia como, mas que tinha me achado. Deu uma romantizada (afinal, fomos quase empurrados um pro outro pela sua prima), mas se eu dissesse isso pra você, ia ter que ouvir de novo sobre como eu era racional. E teimosa. Nossa, como você me chamava de teimosa. Cismava que eu tinha que ceder aos seus caprichos e me deixava cismada a nunca ceder. Ainda assim, dava pra sentir o amor entre nós, aquele amor ‘copo-meio-cheio’, aquele amor quente e confortável. Aquele amor esquisito, mas honesto, daqueles que devolve o troco errado pro atendente.
Vivíamos nesse bolha cheia de amor, discordâncias e dias de calor com sorvete na plataforma do metro.

Foi num momento sutil, que senti a primeira mudança em você que, do nada, passou a medir as roupas que eu colocava pra sair e olhava nos meus olhos com uma intimidação que não existia na sua corrente sanguínea antes. Mesmo ela que, de certa forma, me ajudava, me mostrou lá no fundo dos seus uma nuvem imensa, cinza e carregada do que parecia ódio.
As disputas românticas começaram a se afastar, dando lugar a uma ronda esquisita, como uma terceira pessoa a espreita, esperando nossa próxima discussão pra sentar no meio de nós dois e transformar, o que seria um ‘ajuste de opiniões’ em ‘escândalos sem proporções’.

De repente, tudo o que eu fazia era um grande motivo pra te deixar irritado, incomodado, magoado, e tantos outros ADO’s que eu me atrapalhava e me sentia como uma dessas baratas que percebe que chegou no último canto possível, que não tem mais volta, que o beco não é só sem saída, mas também é frio e escuro.

Foi numa terça-feira comum. Foi lá, naquele dia que seria como todos os outros, que seus outro rosto apareceu pra mim. Que a nuvem do fundo dos seus olhos ganhou proporções tão grandes, que te encobriram por inteiro.
Que ME encobriram por inteiro.
Me encobriram tanto que sei que as pessoas buscaram motivos.
Foi por causa de uma saia que eu usei, por causa de uma discussão em que me exaltei. Foi porque dancei com seu irmão, porque sentei ao lado do nosso melhor amigo. Foi porque te contei que não queria filhos.
Foi porque bebi um pouco a mais, porque fiz trabalho com um rapaz na faculdade, porque não te avisei quando cheguei em casa depois de um happy hour com o pessoal do trabalho.

Eu tô te falando tudo isso, mas eu sei que você não vai ouvir.
Ninguém mais me escuta.
Você me calou e nem me deu tempo de dizer que a culpa não foi minha.
Que não foi minha.
Não foi da minha saia, não foi de alguma coisa que eu fiz, não fiz, disse, não disse…
Não foi minha.
Que eu não sou mais minha.