Dos Poemas Favoritos: ‘Eu Escrevi Um Poema Triste’

Eu escrevi um poema triste
E belo, apenas da sua tristeza.
Não vem de ti essa tristeza
Mas das mudanças do Tempo,
Que ora nos traz esperanças
Ora nos dá incerteza…
Nem importa, ao velho Tempo,
Que sejas fiel ou infiel…
Eu fico, junto à correnteza,
Olhando as horas tão breves…
E das cartas que me escreves
Faço barcos de papel!

*

QUINTANA, Mário – ‘Eu Escrevi Um Poema Triste’ – Publicado 1989 em ‘A Cor do Invisível’

Aleatoriedades! #7

Warning: Esse é um post completamente aleatório cheio de pensamentos malucos em uma sequência nada ordenada. Porque sim.
(se vocês curtem esse tipo de post, não esquece me falar aqui embaixo, nos comentários)

Há dias sem inspiração pra colocar nada neste bloguinho.
Tem pingado umas coisas aqui, outras ali, mas não sai mais nada.
N-A-D-A.
Tô me esforçando? Claro.
Mas nunca tinha reparado em como é difícil se colocar ~de volta~, depois de escrever algo tão profundo quanto foi minha última reflexão.

Enfim.
Muito dito, nada resolvido.

E as famigeradas férias então chegando e também por isso, nada de #BEDA nesse agostão de meu Deus, né, mores?
Preciso descansar (objetivo TOTAL desses 15 dias) e me dei uma semana de férias aqui do bloguinho, porque sim e porque acho que mereço #humildades.

Sobre meu vício nos quadrinhos do Mandíbula:

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Filmes Assistidos! #25

Legenda de Classificação
☆☆ – Bom, mas não assistiria de novo;
☆☆☆ – Bom;
☆☆☆☆ – Muito bom;
☆☆☆☆☆ – Já quero na coleção! ♥
(Todas as sinopses são pelo ‘Adoro Cinema’).

Boneco do Mal (2016)

Sinopse:
‘Greta (Lauren Cohan) é uma jovem americana que aceita um trabalho como babá em uma pequena vila inglesa. Porém, o garoto de 8 anos de quem ela tem que cuidar é, na verdade, um boneco de quem o casal cuida como se fosse um menino de verdade, como uma forma de lidarem com a morte do filho, ocorrida 20 anos antes. Após violar uma lista de regras do garoto, uma série de eventos inexplicáveis transformam a vida dela em um pesadelo.’
Estrelinhas: ☆☆
O filme e o enredo: Sentei pra assistir o longa já sabendo que as chances de ser ruim (mesmo) eram grandes, mas aí veio a surpresa.
Mesmo com vários defeitinhos na produção e alguns furos na trama, a história consegue ser contada e concluída com saldo positivo.
Passa longe de um terror desses BEM assustadores? Sim. Acaba que ‘Boneco do Mal’ é um suspense fraco, e não um terror forte como se esperava.
O elenco: Não encontrei nenhum destaque no elenco, que é movido por atores medianos.
Considerações finais: O longa é fraco, passa por um suspense desses ‘de madrugada’ que a gente coloca pra dormir.
Onde assistir? ‘Boneco do Mal’ está disponível no Netflix!

O Garoto Da Casa Ao Lado (2015)

Sinopse:
‘Após ser traída pelo marido, a professora Claire Peterson (Jennifer Lopez) está em vias de se divorciar. Ela vive sozinha com o filho adolescente, até perceber que um jovem acaba de se mudar para a casa ao lado. O sedutor Noah Sandborn (Ryan Guzman) rapidamente oferece ajuda nas tarefas da casa e se torna o melhor amigo do filho de Claire. Aos poucos, o vizinho passa a seduzi-la, levando a uma noite de amor entre os dois. No dia seguinte, a professora está decidida que tudo foi apenas um erro, mas Noah não pretende abandoná-la tão cedo. O caso de amor torna-se uma perigosa obsessão.’
Estrelinhas: ☆
O filme e o enredo: Nunca coloco uma única estrelinha pros filmes que escrevo aqui, mas QUE FILME HORRÍVEL.
Assisti sem ver crítica nenhuma, e depois fui descobrir que o longa ganhou inúmeros prêmios de ~piores filmes produzidos~, em vários festivais.
As atuações são ruins, a história é batida e mal amarrada, os efeitos são fracos e a trama absurda e sem sentido algum.
O elenco: Amo J-Lo como cantora, mulher, dançarina e como atriz, mas nesse filme, tive a impressão de estar assistindo uma boneca de cera. A atriz apareceu o tempo todo tão ‘montada’, cheia de maquiagem e com o cabelo impecável, que isso atrapalhou, na minha visão, seu desempenho.
Ryan Guzman é o clichê ‘mais um rostinho bonito’, porque talento que é bom, só dançando em ‘Ela Dança, Eu Danço’.
Considerações finais: Apenas se poupem e não assistam. Substituam por ‘Dormindo com o Inimigo‘ (1991) e sejam felizes!

Tirando o Atraso (2016)

Sinopse:
‘Um dia após o funeral de sua avó, Jason Kelly (Zac Efron) é encarregado de levar seu avô, Dick Kelly (Robert De Niro), até Boca Ratón, na Flórida. A viagem não o agrada nem um pouco, já que em poucos dias ele irá se casar com a controladora Meredith (Julianne Hough) e, diante da proximidade do evento, tem várias pendências a resolver. Apesar disto, Dick insiste que o jovem viaje com ele. Logo o avô se revela bastante assanhado, já que não vê a hora de voltar a transar com uma jovem, algo que não faz há 15 anos.’
Estrelinhas: ☆☆☆
O filme e o enredo: O longa é entretenimento puro.
A história, que tinha tudo pra ser cult e bonita, foi produzida com um tom de besteirol americano. Um mix de uma produção bem ‘low budget’ e um roteiro superficial, mas, ainda assim, com um timing bom de comédia.
O elenco: Sou MUITO fã de Robert De Niro #clichês, então, amei vê-lo num filme ‘relax’, num filme sem aquela seriedade que estamos acostumados, num filme quase ‘férias’ pro veterano.
Ao seu lado meu MUSO MAIOR, Zac Efron, que desempenha seu papel direitinho, sendo levado a sério e conseguindo acompanhar o mestre.
Considerações finais: Vale pra rir um pouquinho, ‘desestressar’, tirar as coisas da cabeça e matar tempo. Entretenimento puro pro momento relax.
Onde assistir? ‘Tirando o Atraso’ está disponível no Netflix!

 Na Teia da Aranha (2010)

Sinopse:
‘O detetive Alex Cross (Morgan Freeman) recebe a ajuda da agente do Serviço Secreto americano Jezzie Flannigan (Monica Potter) para enfrentar Gary Soneji (Michael Wincott), um psicopata esquisofrênico que pleneja seus passos com a precisão de uma aranha tecendo sua teia e que acaba de sequestrar a filha de um senador americano, quando ela estava em seu colégio.’
Estrelinhas: ☆☆☆
O filme e o enredo: O suspense bem característico dos anos 90/ inicio dos anos 00, é um desses que marca a transição entre os efeitos especiais retros e os que viriam nos anos seguintes, então, não dá pra contar com uma super produção.
Mas, mesmo assim, a trama é boa, a história prende e surpreende e é original, tem autenticidade.
O elenco: Morgan Freeman dispensa comentários. Além dele, boas atuações de Michael Wincott e Monica Potter.
Considerações finais: Vale pra quem quer ver um suspense desses que prende e tem boas reviravoltas.
Onde assistir? ‘Na Teia da Aranha’ está disponível no Netflix!

Hoje Eu Quero Voltar Sozinho (2014)

Sinopse:
‘Leonardo (Ghilherme Lobo), um adolescente cego, tenta lidar com a mãe superprotetora ao mesmo tempo em que busca sua independência. Quando Gabriel (Fabio Audi) chega na cidade, novos sentimentos começam a surgir em Leonardo, fazendo com que ele descubra mais sobre si mesmo e sua sexualidade. ‘
Estrelinhas: ☆☆☆☆
O filme e o enredo: Não sou grande fã de filmes nacionais, mas o longa me fez repensar muito sobre essa opinião.
Que filme lindo. Com uma fotografia contemporânea, sem perder a personalidade, uma trilha muito apropriada, uma história leve, mas cheia de pequenas lições pra levarmos pra vida.
O elenco: Ghilherme Lobo está MUITO bem como o protagonista cego, e não deixa dúvidas sobre a deficiência do personagem, coisa bem difícil de ver.
Ao seu lado Tess Amorim e Fabio Audi também brilham.
Considerações finais: Um longa bonito, com uma história marcante e emocionante, mas com leveza e um frescor jovial.
Onde assistir? ‘Hoje Eu Quero Voltar Sozinho’ está disponível no Netflix!

Quatro Amigas e Um Casamento (2012)

Sinopse:
‘Na época do colegial, Regan (Kirsten Dunst), Katie (Isla Fisher) e Gena (Lizzy Caplan) eram as garotas mais populares da escola e amigas inseparáveis, que tinham como passatempo perturbar a gordinha e pouco popular Becky (Rebel Wilson). Agora, anos mais tarde, Becky é a primeira a se casar… e ela chama as antigas “colegas” para serem suas madrinhas de casamento. O trio aceita o convite e resolve preparar para Becky uma tremenda despedida de solteiro, mesmo sem conseguir esconder a dor de cotovelo por ela ser a primeira do grupo a se casar.’
Estrelinhas: ☆
O filme e o enredo: Mais um filme horrível nesta lista.
Tive a infelicidade de escolher o longa, imaginando um (como ele mesmo é denominado) ‘Se Beber Não Case’ – de saias, mas o que recebi foi um filme cheio de defeitos, com uma história boba, amarga e sem sentido, repleto de personagens odiáveis que não se encontrou na comédia.
O elenco: Amo Rebel Wilson, mas miga, que filme horrível pra se ter o nome atrelado. Além dela, pontos para Kirsten Dunst, Isla Fisher e Lizzy Caplan, que dão vida as quatro personagens mais imbecis que vi em filmes atuais (pontos porque esse talvez fosse o objetivo).
Considerações finais: Horrível. Não dei uma risada e fiquei CHOCADA com a história triste e malvada da trama.
Onde assistir? ‘Quatro Amigas e Um Casamento’ está disponível no Netflix!

*

Se você já assistiu ou ficou com vontade de assistir os filmes que eu citei, não esquece de me contar nos comentários!

beijos♥

TAG: 20 músicas!♥

Dá pra perceber que ando num momento muito musical, né?
Inspirada nessa fase toda, resolvi responder uma TAG (famosa no Youtube, mas adaptei aqui pro blog), que fala mais desse momento (e aproveito pra indicar algumas das músicas que eu mais amo e/ou ando amando no meu player atualmente o/)

Música favorita
A única que não respondi porque, gente, UMA MÚSICA FAVORITA NA VIDA É TENSO!
Me sigam no Spotify (Vera Benning Tripari) #jabá e saibam minhas músicas favoritas :)
Música que mais odeia
Pário duro com ‘Hey Brother’ do Avicci, porque ambas: Parem de tocar. Sério.

Música que te deixa triste
Aquelas que joga na bad sem esticar nenhuma mãozinha pra trazer de volta.

Música que te lembra alguém


Música que te deixa feliz
Tenho a sensação que deixar QUALQUER UM FELIZ :)

Música que te lembra um momento específico
Sim.

Música que você sabe a letra inteira
Sei de várias, mas essa mexe com meu coraçãozinho!

Música que te faz dançar
Uma vida resumida em ‘pãnãnã..’ ♥

Música que te ajuda a dormir
Meditação pura.

Música que você gosta em segredo
Difícil escolher uma porque sou a rainha dos ‘Guilty Pleasures‘ RISOS

Música com a qual você se identifica
Claramente eu.

Música que você cantava e agora odeia
‘SugaAHHH MEU DEUS PAREM DE TOCAR!

Música do seu disco preferido
A banda da vida, tinha que aparecer (não é o meu disco favorito, mas é um dos)!
Música que sabe tocar em algum instrumento
RISOS
Apenas porque faço essa ‘cornetinha-air’ toda vez que toca.

Música que gostaria de cantar em público
Se eu tivesse uma voz INCRÍVEL…

Música que gosta de ouvir dirigindo
Qualquer uma dessas que façam a gente cantar, sem se distrair muito servem né?!

Música da sua infância
Infância não, pré-adolescencia COM ORGULHO!

Música que ninguém imagina que você goste
Acho que serei eternamente viciada em Skrillex ♥

Música que você quer que toque no seu velório
Apenas sim.

Música que você quer que toque no seu casamento
Melhor banda, mores!

*

Se você aí curtiu essa TAG, não esquece de me contar nos comentários se responder, pra eu ir lá dar uma olhadinha na sua lista!
E se você não vai responder, deixa nos comentários o que colocaria!

Beijos ♥

3 motivos pra você PIRAR no som de Johnny Hooker!♥

Quem lê este humilde bloguinho a algum tempo, já sabe que eu sou bem metida a besta e vivo falando de músicas por aqui. Também sabe que na maioria das vezes (pra não falar todas), eu acabo indicando álbuns e falando do quanto amo cantorxs/bandas internacionais, e sempre deixo os nacionais pra posts como ESSES, da Lari, lá no Yellow.
Acontece que já faz algum tempo que fui acometida por um amor IMENSO pelo cantor pernambucano, meio hibrido de Ney Matogrosso com o estilo de Bowie, mas levado como um liquidificador de Alcione e Reginaldo Rossi, Johnny Hooker, e por isso separei 3 motivos pra PIRAR no som MARAVILHOSO que ele faz!

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-apenas maravilhoso ♥-

Brasilidade
(E as referências internacionais)
‘Eu Vou Fazer uma Macumba pra Te Amarrar, Maldito!’, o álbum de estréia de Johnny, traz 11 músicas cheias de brasilidade. Isso mesmo, em sua faixa inicio (homônima ao álbum) os batuques bem brasileiros (de fundo africando), a letra cheia de gírias e os melismas que ouvíamos no Tropicalismo, ficam evidentes logo de cara, e as características são levadas para o resto do álbum, sem sutileza alguma, em outras faixas como ‘Alma Sebosa‘.
O chorinho com toque castelhano também aparece, dando mãos aos embalos diferenciados de força como boleros e xotes.

Amor Marginal
A faixa, que juntamente com o vídeo, me fez ficar completamente hipnotizada pelo trabalho de Johnny, é um modelo de música nacional melancólica, quase gótica, com uma exploração IMPECÁVEL da voz do artista que representa esse novo tipo de som, uma mistura de tudo, com uma letra forte e uma imagem dessas que fazem ‘vista‘ aos olhos.
Sou fã!♥

Bombado sim!
Se eu não te convenci, basta saber que: Johnny foi indicado à SETE premiações pelo álbum e levou SEIS delas pra casa.
Além de ser considerado um dos grandes novos artistas nacionais, Johnny é ator, fez duetos ao lado de grandes nomes da música brasileira e carrega uma característica MUITO pessoal em suas composições e produções. Sua discografia traz a sensação de que a cada nova faixa a sensação é diferente da anterior, sem perder sua assinatura.

Conheça mais do trabalho dele:
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*

Você já conhecia o trabalho do cantor?
Se sim, me conta aqui embaixo sua música preferida!
beijos ♥

Balanço Geral: 5+1 séries que parei de assistir (e o por quê).

Já tem um tempo que quero fazer um ”levantamento”, desses bem do tipo balanço geral das minhas séries.
Coloquei tudo no papel (acho que foi tudo, é tanta coisa, gente!) e decidi fazer esse post pra contar sobre as 5+1 séries que parei de assistir, os motivos e ver se vocês, aí do outro lado, conseguem me mostrar algum bom motivo para eu ficar deste lado da força!

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The Affair
Tá, eu sei que tem post aqui no blog com ‘The Affair’ em ‘Dica de Série’, mas entendam, a primeira temporada foi um estouro!
Daí Ruth Wilson ganhou o Globo de Ouro, a série bombou, veio a segunda temporada e… FUÉN.
Parece que a história perdeu o ritmo, a intensidade da primeira temporada se esvaiu e ficamos com a insossa continuação de algo que foi incrível, mas que não tem mais dado tão certo assim.

Unbreakable Kimmy Schmidt
Outra série que conta com post aqui no blog, desde a primeira temporada, ‘Unbreakable Kimmy Schmidt’ foi pura insistência e falta de coisa melhor pra assistir da minha parte.
Daí veio a segunda, assisti o primeiro episódio teimando em insistir (sou taurina, mores) e fiquei tipo ‘WTF?’.
O humor não é engraçado, nem irônico, nem sarcástico… A série me passou a impressão (ainda mais) de caos e bagunça.
Larguei de mão.

Between
Olha, que série horrível. Já devo ter dito isso em outro post do blog, mas, gente, que coisa horrorosa.
O enredo é confuso, os atores parecem (sem brincadeira) amadores e a iluminação é terrível (acho que tentando dar um tom de suspense).
Erraram na mão, mesmo com uma sinopse tão boa!

Narcos
Pois é, muita gente pira quando eu falo que ‘Narcos’ não rolou pra mim.
Assisti alguns episódios da primeira temporada e até gostei, mas não fiquei cativada, nem curiosa com a série, sabem?
Zero vontade de ver mais.

The Big Bang Theory
Eu simplesmente desisti de continuar acompanhando ‘TBBT’ pelo simples motivo da série estar ficando MUITO repetitiva. (Vocês concordam?)
Já na sétima temporada (a última que acompanhei), tudo o que vi foi ‘mais do mesmo‘, sabem? Não rolou mais.

Making a Murderer
A série estilo documentário chegou a aparecer aqui no blog com um post bem completinho sobre a trama envolvente de Steve Avery, mas…
Depois do 5º episódio, a coisa toda foi perdendo a força, perdendo a intensidade, ficando massante e cansativa, até que desisti de continuar assistindo. Era ligar e eu dormia, então preferi ir dormir direto.

*

Fazendo essa contagem, reparei o quanto sou concisa.
Agora são 11 séries terminadas, 11 séries em andamento, 05 séries em período de ‘talvez’ e 05 séries na lista do ‘quero ver’!

E vocês, o que desistiram de assistir?
Me contem nos comentários!
Também não esqueçam de me contar se quiserem saber quais são as séries que continuo acompanhando, as que estou em dúvida e as que já terminei!

3 personagens que dizem o por que Jared Leto vai ser um Coringa incrível em ‘Suicide Squad’.♥

Se tem uma coisa que eu gosto, é de falar de personalidades que tem várias facetas.
Que Jared Leto está neste grupo por ser, além de vocalista do ’30 Seconds To Mars’, um grande ator, todo mundo sabe (Não sabe?).
O que nem todo mundo sabe é que, antes de dar vida ao próximo Coringa (em ‘Esquadrão Suicida’, nos cinemas 04 de agosto!), Jared já está na minha lista de grandes atores do cinema mundial.27aed57396473f4f63c201be255d6f0b(prevejo um trabalho INCRÍVEL)
Pra provar minha teoria, separei os 3 melhores trabalhos dele, aqueles que vão te conquistar, pra te convencer a ir aos cinemas em agosto, ainda mais ansioso com o que está por vir.

Réquiem Para Um Sonho (2000)

Sinopse: ‘Uma visão frenética, perturbada e única sobre pessoas que vivem em desespero e ao mesmo tempo cheio de sonhos. Harry Goldfarb (Jared Leto) e Marion Silver (Jennifer Connelly) formam um casal apaixonado, que tem como sonho montar um pequeno negócio e viverem felizes para sempre. Porém, ambos são viciados em heroína, o que faz com que repetidamente Harry penhore a televisão de sua mãe (Ellen Burstyn), para conseguir dinheiro. Já Sara, mãe de Harry, viciada em assistir programas de TV. Até que um dia recebe um convite para participar do seu show favorito, o “Tappy Tibbons Show”, que transmitido para todo o país. Para poder vestir seu vestido predileto, Sara começa a tomar pílulas de emagrecimento, receitadas por seu médico.’
Por que assistir:
Assisti esse filme em 2007, 2008 mais ou menos e PIREI.
Além de ter uma história MUITO tensa, a atuação de Jared (junto com Jennifer Connelly, é claro) é impecável.
Desses longas que surpreendem e fazem pensar, com uma trama boa e ótimas reflexões contemporâneas, mesmo tendo sido lançado há 16 anos atrás.

Capítulo 27 – O Assassinato de John Lennon (2008)

Sinopse: ‘No dia 8 de dezembro de 1980 morria o cantor John Lennon. Para a surpresa do mundo, um homem casado, sem antecendentes criminais, disparou cinco tiros contra o ex-Beatle, na porta do edifício Dakota, onde morava em Nova York. O que se passou na cabeça de Mark David Chapman (Jared Leto) nos três dias que antecenderam o crime? Por que sua mente ficou abalada de uma hora para outra e qual seria a verdadeira conexão do assassino com o livro “O Apanhador no Campo de Centeio”, encontrado com ele?’
Por que assistir:
Zapeando nos TeleCine’s da vida, peguei o longa começando e fiquei MUITO impressionada com o que vi.
Primeiro a caracterização de Letto, que engordou TRINTA quilos para viver Mark Chapman, impressiona. Seus trejeitos na composição do assassino andam de mãos dadas com a atmosfera sombria e tensa do longa.
Vale conferir essa outra faceta de Letto, que leva o filme todo sozinho.

Clube de Compras Dallas (2014)

Sinopse: ‘Em 1986, o eletricista texano Ron Woodroof (Matthew McConaughey) é diagnosticado com AIDS e logo começa uma batalha contra a indústria farmacêutica. Procurando tratamentos alternativos, ele passa a contrabandear drogas ilegais do México…’
Por que assistir:
Para que não sabe, Jared levou o melhor Oscar de Ator Coadjuvante pelo seu IMPECÁVEL trabalho neste longa.
Como a transexual portadora de HIV, Rayon, parceira de Ron Woodroof (Matthew McConaughey, também vencedor de um Oscar pelo mesmo trabalho), Jared mais uma vez se transformou. Emagreceu 18 quilos e demorava cerca de duas horas para se transformar em sua personagem que cativou e emocionou no longa.

*

Se você tem alguma outra sugestão de atores legais pra indicar trabalhos bons como esse, não esquece de comentar aqui embaixo!

beijos♥

Lidos: Os livros de Junho!♥

Em junho muita coisa aconteceu na minha vida literária.
Foi esse mês que me deparei com a primeira leitura não-concluída do ano, por uma sequência surpreendente e por outros dois livros sensíveis.

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O Mundo Pós-Aniversário – Lionel Shriver
Editora: Intrínseca
Sinopse:‘O Mundo Pós-Aniversário’ retrata o relacionamento aparentemente sólido de um casal de americanos radicado em Londres. Ele é um disciplinado pesquisador de um instituto de estudos estratégicos; ela, uma acomodada ilustradora de livros que depara com uma vontade incontrolável de beijar outro homem; um velho amigo do casal, impetuoso jogador de sinuca que figura no topo do ranking do esporte, um dos mais populares entre os britânicos.
Capítulo a capítulo, Lionel Shriver nos oferece desdobramentos do futuro dessa mulher sob a influência de dois homens radicalmente diferentes, e assim escreve duas histórias. A partir daquele único beijo, mostra alternativas de união ou rompimento, e explora as conseqüências e as motivações mais íntimas de uma escolha.
Determinar qual seria o melhor caminho não é óbvio nem fácil, mas a análise dos dois destinos nos quais a autora enreda os personagens e os leitores é memorável. Escrito com a sutileza e a sagacidade que são as marcas registradas da obra de Lionel Shriver, O mundo pós-aniversário é um apelo para aquele ‘talvez’ que intriga e provoca todos nós.’
O que eu achei:O Mundo Pós-Aniversário’ foi o primeiro livro de 2016 que não consegui terminar.
Embora tenha um ideia de trama inicial boa, o livro contou com um problema muito ‘gritante‘ pra mim: ambas as histórias são muito opostas, exageradamente opostas, o que tira um pouco da naturalidade e sutileza que eu acho que a forma com que é escrita pedia.
Cheguei a página 150 (mais ou menos) e não recomendo para quem não tem aquela paciência com devaneios e descrições minusciosas durante a trama.

Métrica – Slammed (Vol. I) – Colleen Hoover
Editora: Record
Sinopse:‘Após a morte do pai, a ausência torna-se a maior companheira de Lake. A responsabilidade pela mãe e pelo irmão caçula a congelam num limbo de luto e dor. Por fora, ela parece corajosa e tenaz; por dentro, está perdendo as esperanças. E se mudar do único lar que conheceu não ajuda em nada.
Agora em uma nova casa, em uma nova cidade, ela precisa achar seu caminho. E um rapaz apaixonado por poesia pode ser o guia perfeito. Quando conhece o novo vizinho, Layken imediatamente sente uma intensa conexão. Algo que finalmente parece desanuviar um pouco sua realidade.
Mas o caminho da verdadeira felicidade não é feito de tijolos dourados, e logo uma revelação atordoante faz o novo relacionamento ser bruscamente interrompido. O dia a dia vai se tornando cada vez mais doloroso á medida que eles se esforçam para encontrar um equilíbrio entre os sentimentos que os aproximam e as forças que os separam.
Layken e Will precisam decidir se o amor é mesmo a maior das recompensas. E se estão dispostos a tudo para vivê-lo. Até mesmo magoar um ao outro. Na poesia dos dois, talvez a estrofe perfeita seja solitária e ímpar. E amor rime com dor.

O que eu achei: Li ‘Métrica’ como uma indicação da linda da Mari e preciso dizer que li em tipo, dois dias.
A história é BEM açucarada, dessas que envolvem e derretem o coração dos que gostam de um romance bem clichê.
Mesmo não sendo meu tipo favorito de livros, fui muito cativada pelos personagens e acabei torcendo pelo final feliz.

Pausa – Slammed (Vol. II) – Colleen Hoover
Editora: Record
Sinopse:‘Destinados um ao outro, Layken e Will superaram os obstáculos que ameaçavam seu amor. Mas estão prestes a aprender, no entanto, que aquilo que os uniu pode se transformar, justamente, na razão de sua separação. O amor pode não ser o bastante. Depois de testado por tragédias, proibições e desencontros, o relacionamento de Layken e Will enfrenta novos desafios. Talvez a poesia desse casal acabe num verão solitário… Sem direito a rimas ou ritmo. A ex-namorada de Will retorna arrependida de ter deixado o rapaz. E está disposta a tudo para reconquistá-lo. Insegura, Layken começa a ler novas reações no comportamento do rapaz. E na insistência para adiar a ‘primeira vez’ de ambos. Presos em uma ironia cruel do destino, eles precisam descobrir se o que sentem é verdadeiro ou fruto da extraordinária situação que os uniu. Será que é amor? Ou apenas compaixão? Layken passa a questionar a base de seu relacionamento com Will. E ele precisa provar seu amor para uma garota que parece não conseguir parar de ‘esculpir abóboras’. Mas quando tudo parece resolvido, o casal se depara com um desafio ainda maior – e que talvez mude não só suas vidas, mas também as vidas de todos que dependem deles.
O que eu achei: Assim como seu anterior, ‘Pausa’ também é um romance desses açucarados, bem clichê, com uma história rápida, envolvente e (pro meu gosto) um pouco exagerada, mas que, de novo, é rápida e conta com personagens carismáticos.
Vale pra quem quer uma leitura bem ‘passa tempo’.

Essa Garota – Slammed (Vol. III) – Colleen Hoover
Editora: Record
Sinopse:‘O amor de Will e Layken enfrentou e venceu proibições, impedimentos, ciúme, tragédia. Mas, agora casados, os dois se sentem seguros do sentimento que os une.
Lake e Will estão em plena lua de mel, encantados com o futuro que têm pela frente. Lake quer saber tudo que há para saber sobre o marido e mesmo quando este se torna reticente quanto a despertar memórias dolorosas. Pouco a pouco, Lake convence Will a desembaraçar os nós da própria história e, pela primeira vez, seus mais íntimos sentimentos e pensamentos ganham voz.
Sob a ótica de Will, revisitamos os bons e maus momentos. E conhecemos alguns fatos chocantes. O futuro de Will e Lake agora depende de como os dois lidarão com essas revelações.

O que eu achei: Depois de ler seus antecessores, quando cheguei em ‘Essa Garota’ já estava completamente sem paciência para a história de Will e Lake.
Comecei o livro, mas o achei repetitivo e, o fato de ser toda a história do ponto de vista dele, acabou me lembrando ‘Crepúsculo‘, que li adolescente e adorei, mas que depois de ~velha~ me soou cansativo e exagerado.

Amy e Matthew – Cammie McGovern
Editora: Galera Record
Sinopse: ‘Amy e Matthew não se conheciam realmente. Não eram amigos. Matthew sabia quem ela era, claro, mas ele também sabia quem eram várias outras pessoas que não eram seus amigos.Amy tinha uma eterna fachada de felicidade estampada em seu rosto, mesmo tendo uma debilitante deficiência que restringe seus movimentos. Matthew nunca planejou contar a Amy o que pensava, mas depois que a diz para enxergar a realidade e parar de se enganar, ela percebe que é exatamente de alguém assim que precisa.À medida que passam mais tempo juntos, Amy descobre que Matthew também tem seus problemas e segredos, e decide tentar ajudá-lo da mesma forma que ele a ajudou.E quando a relação que começou como uma amizade se transforma em outra coisa que nenhum dos dois esperava (ou sabe definir), eles percebem que falam tudo um para o outro… exceto o que mais importa.
O que eu achei: Não sabia muito o que esperar de ‘Amy e Matthew’, e acabei me surpreendendo com uma história densa, que se esconde bem na capa.
A história dos melhores amigos se desenrola de uma forma REALMENTE inesperada, primeiro, porque não sabemos logo ‘de cara‘ quais são as verdadeiras condições de ambos, o que já surpreende, e mais ainda, nos faz enxergar além das aparências ou posturas formais.
Achei a escrita fluida, a narração interessante e um livro com uma história que entretém, sem deixa pra trás os valores e o efeito ‘fazer-pensar’.

O Trem dos Órfãos – Christina Baker Kline
Editora: Planeta
Sinopse: ‘Quando Vivian Daly, uma senhora de 91 anos, decide se livrar de seus pertences antigos ela acaba recebendo a ajuda de Molly, uma adolescente órfã e rebelde, que está disposta a prestar serviços para não acabar no reformatório. Revivendo cada momento marcante de sua história, Vivian conta para Molly sobre sua família irlandesa pobre que foi de barco para Nova York em busca de uma nova vida e acabou morta em um incêndio. Sendo a única sobrevivente, ela foi levada por um trem com outras centenas de crianças que teriam seu destino decidido pela sorte. Seriam elas adotadas por famílias gentis e amáveis, ou teriam de encarar uma infância e adolescência de servidão e trabalho pesado?
O que eu achei: O livro é desses rapidinhos, sabem? Li em poucos dias, e muito disso são méritos de uma leitura fluída e uma história bem contada e emocionante.
Não achei um livro sensacional, com uma história incrível, mas indico para quem quer um livro com plano de fundo baseado em uma história real, sem grandes efeitos ou artifícios.

*

Quero MUITO sabe o que VOCÊ anda lendo e o que me indica!
Comenta aqui embaixo!

beijos♥

E eu sequer me lembro de como tudo começou.

(leia esse post ouvindo ESSA música)
Essa é uma carta aberta sobre tudo aquilo que eu nunca te falei.

Sobre como você me fazia mal com a sua indiferença, sobre como você não demonstrava me amar, e sobre como isso fazia com que eu acreditasse ainda mais no seu amor.
Sobre como eu poderia fazer tudo por você, menos ser outra pessoa. E é mentira dizer que não tentei. Tentei e não só uma vez.
Colocava outras roupas, me vestia de moderninha, de ‘pra frentex‘, me pintava de palhaça cosmopolita e fingia estar feliz, mas quando chegava na minha cama, no dia seguinte, eu tinha que limpar tudo aquilo e na carne exposta dava pra ver cada cicatriz que as fantasias deixaram. Outras personalidades sucks. Eu gostava de quem eu era, especialmente quando estava com você, mas não gostava de quem você achava que eu era.
Não gostava de saber que você acreditava em tudo o que eu te contava. Eu só te contava mentiras. Eu ria das besteiras que você falava sobre ter bebido durante a semana e ter tirado a virgindade de uma ou outra que você conhecia por aí. Eu dava risinhos estridentes e batia no seu braço te chamando de ‘bobo’, eu fingia não reparar em você olhando o cabelo que caia no meu rosto pra romantizar essa doença que eu tratava como amor. Esse vício pungente que me alimentava, que me preenchia de forma vazia, transformando todo resto em vácuo.
Eu fazia tudo tão segura e confiante, tão ‘dona de mim‘, tão controladora e meticulosa, que não enxergava mais nada. Eu não via meus amigos me jogando pro canto das mesas, estapeando minha cara com todo tipo de dica nada sutil do quanto eu estava dissimulada e catatônica. Do quanto eu não era mais eu, do quanto eu tinha vergonha das minhas próprias conquistas, porque eu não podia ser melhor do que você. Você não iria gostar de alguém tão responsável e feliz, enquanto era tão miserável e sozinho, mesmo quando tinha um monte de gente envolta.
Eu não via nada disso.
Eu só via sua pele quente, os abraços com gosto de frio e tequila barata, sua vontade ilusória de levar a vida divertida e livre, via sua ambição, seu egoísmo e queria cada vez mais, poder completar seu quebra cabeça, mesmo ele sendo danificado, desbotado, desprezível. Eu sempre fui teimosa, você sempre foi cruel.

Daí acabou.
Aquele afogamento doentio que me matou, aos poucos foi se tornando um buraco de cinza de cigarro. Eu sequer me lembro de como tudo aquilo começou.
Lembro só de recolher meus ossos quebrados, os restos de mim, o que sobrou da minha dignidade, das unhas roídas e das músicas que eu colocava pra tocar.

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